SAÚDE “A THÉA CLINIC propõe uma ‘new health connection’ que une especialidades como medicina integrativa, medicina do estilo de vida, nutrição e genética” By Revista Spot | Junho 18, 2025 Junho 24, 2025 Share Tweet Share Pin Email A THÉA CLINIC é mais do que uma clínica, é um refúgio. Longe de todos os olhares e da azáfama do quotidiano, cada elemento foi pensado para despertar os sentidos e reconectar com o essencial. A sua arquitetura e essência privilegiam a autenticidade e os detalhes naturais: luz suave, texturas orgânicas e um silêncio que acolhe, criando um cenário onde corpo, mente e alma respiram em sintonia. Com um conceito de saúde integrada que propõe “a new health connection”, une especialidades como medicina integrativa, psicologia, nutrição e genética para proporcionar um tratamento verdadeiramente completo e personalizado. O nome “Théa”, que evoca clareza, visão e consciência plena, reflete essa abordagem holística e profunda, cuidando de cada pessoa a nível físico, emocional e genético. Com programas dedicados ao bem-estar e longevidade, performance e rejuvenescimento, e uma área exclusiva para a prática de pilates, a THÉA CLINIC é, acima de tudo, uma experiência transformadora rumo ao equilíbrio. A THÉA CLINIC nasceu com um conceito clínico inovador e multidisciplinar. Como surgiu esta ideia e qual foi a visão que a guiou na criação de um espaço que une ciência, bem-estar e transformação pessoal? A THÉA CLINIC nasceu no momento em que terminei a licenciatura. Sempre soube que queria criar um espaço diferente. Com o passar dos anos, a experiência acumulada e o contacto próximo com os pacientes tornaram essa ideia cada vez mais concreta. As suas necessidades e queixas reforçaram a convicção de que havia espaço, e necessidade, para um novo modelo de acompanhamento em saúde. A ideia inicial ganhou forma: um local onde o paciente pudesse procurar prevenção, tratamento e equilíbrio, com um atendimento verdadeiramente integrativo, onde várias áreas de intervenção trabalham de forma coordenada e colaborativa. Foi com esse propósito que criámos programas, protocolos e consultas de especialidade interligadas. Um exemplo é o programa Optimal Weight, no qual o paciente inicia o processo com uma análise genética e, a partir daí, é acompanhado por diferentes especialistas: Psicologia do comportamento alimentar; Nutrição funcional; Medicina integrativa; e outras áreas complementares, conforme as necessidades identificadas. O paciente encontra, assim, um espaço onde é acolhido por uma equipa multidisciplinar que comunica entre si, evitando a dispersão por múltiplos serviços e garantindo uma abordagem verdadeiramente centrada na pessoa. A nossa visão é clara: oferecer ferramentas e métodos que permitam ao paciente sentir-se verdadeiramente compreendido, acompanhado e transformado. A THÉA CLINIC é, por isso, mais do que um espaço de saúde, é um espaço de reencontro com o bem-estar. A medicina funcional e a modulação hormonal representam uma mudança de paradigma, ao focarem-se nas causas e não apenas nos sintomas. O que nos dizem hoje os estudos sobre o impacto da modulação hormonal personalizada, especialmente em fases como a perimenopausa e menopausa? A medicina funcional e a modulação hormonal personalizada estão, de facto, a transformar a forma como olhamos para a saúde da mulher, especialmente em fases como a perimenopausa e a menopausa. Os estudos mais recentes reforçam essa mudança de paradigma ao demonstrarem que a modulação hormonal bioidêntica e individualizada pode oferecer benefícios significativos, desde que bem indicada e acompanhada. Segurança e eficácia da Terapia Hormonal Bioidêntica (THB): Estudos como os de Holtorf (2009) e revisões posteriores indicam que hormonas bioidênticas (como estradiol, progesterona e testosterona) têm perfil de segurança superior às versões sintéticas tradicionais. A THB parece reduzir sintomas vasomotores, distúrbios do sono, ansiedade, depressão, fadiga e perda de libido, com menos riscos de eventos adversos quando comparada a terapias convencionais. Impacto na saúde metabólica e inflamatória: A modulação hormonal adequada pode reduzir marcadores inflamatórios, melhorar o perfil lipídico e a sensibilidade à insulina, aspetos fundamentais na medicina funcional, que encara a perimenopausa como uma fase de transição metabólica e inflamatória crítica. Proteção cognitiva e cardiovascular: Estudos como o ELITE Trial (2016) mostraram que, quando iniciada precocemente na menopausa, a terapia hormonal pode reduzir a progressão da aterosclerose. Há também evidência de efeito protetor sobre a memória e cognição quando a modulação é iniciada na janela terapêutica certa (primeiros 5-10 anos pós-menopausa). Importância da personalização: A medicina funcional não segue protocolos únicos. Os estudos reforçam que a resposta hormonal é individual, dependendo da genética, microbiota, estado hepático, nível de inflamação e estilo de vida. Testes regulares (salivares, urinários ou séricos) permitem ajustes finos e seguros da dose e da via de administração (tópica, oral, sublingual, etc). Os dados atuais apontam que a modulação hormonal, quando integrada num plano personalizado e com foco em estilo de vida, pode ser uma ferramenta poderosa para restaurar equilíbrio, prevenir doenças crónicas e melhorar significativamente a qualidade de vida da mulher na perimenopausa e menopausa. A medicina integrativa tem vindo a afirmar-se como uma abordagem centrada na pessoa e baseada na evidência científica. De que forma, a THÉA CLINIC, garante uma integração segura e eficaz entre a medicina convencional e as terapias complementares, evitando tendências sem base científica? Na era da medicina de precisão, em que cada vez mais pessoas procuram soluções mais humanas, integradas e completas para cuidar da sua saúde, a THÉA CLINIC posiciona-se como um espaço onde a medicina convencional e as terapias complementares se unem de forma ética, segura e baseada na ciência. Aqui, a medicina integrativa não é encarada como uma alternativa à medicina tradicional, mas sim como uma extensão responsável e personalizada, com foco no bem-estar global da pessoa. O modelo clínico da THÉA CLINIC assenta numa abordagem profundamente centrada na pessoa, respeitando a sua individualidade, os seus valores e o seu estilo de vida. Cada utente é visto de forma holística, como um ser que integra corpo, mente e emoções, e não como um conjunto de sintomas. O objetivo é tratar a origem dos desequilíbrios e não apenas os sinais visíveis. Para garantir a eficácia e a segurança de cada intervenção, todas as terapias complementares utilizadas na clínica, como a acupuntura, a fitoterapia, a suplementação ortomolecular ou a nutrição funcional, são cuidadosamente selecionadas com base em evidência científica sólida, sendo sustentadas por publicações internacionais e alinhadas com diretrizes de entidades de referência como o Institute for Functional Medicine (IFM), a European Society of Integrative Medicine (ESIM), e bases de dados científicas como a PubMed e a Cochrane Database. A integração com a medicina convencional é feita de forma rigorosa e colaborativa. Cada plano terapêutico é construído com supervisão clínica, considerando possíveis interações com medicamentos, articulando-se com exames laboratoriais e diagnósticos médicos. Apenas são adotadas práticas reconhecidas por entidades reguladoras e cientificamente validadas, rejeitando-se qualquer tipo de intervenção sem fundamento científico. Entre as terapias utilizadas, destacam-se técnicas de acupuntura modernas, indolores e minimamente invasivas, aplicadas com eficácia em situações como ansiedade, dor crónica, infertilidade, desequilíbrios hormonais e regulação energética. A terapia ortomolecular e a suplementação personalizada servem como apoio complementar para otimizar exames clínicos, regular parâmetros laboratoriais e desenvolver protocolos com compostos naturais orientados para desintoxicação, controlo de peso, aumento de vitalidade e fortalecimento da imunidade. A homeopatia funcional também tem um papel relevante, ao estimular os mecanismos de autorregulação e cura inata do organismo. Na THÉA CLINIC, acreditamos que o verdadeiro futuro da saúde reside na união equilibrada entre os avanços da ciência médica e os saberes naturais que promovem bem-estar. Tudo é feito sem radicalismos, sem modismos e longe de promessas milagrosas — apenas com profissionalismo, conhecimento e respeito pela complexidade de cada ser humano. A medicina estética vive uma autêntica revolução, com tecnologias menos invasivas, bioestimulação e protocolos personalizados. Que avanços destaca como sendo o estado da arte nesta área? E como é que a estética pode ser uma aliada na saúde emocional e no bem-estar? A medicina estética está a viver uma verdadeira revolução. Longe vão os tempos em que os tratamentos se resumiam a intervenções invasivas ou resultados artificiais. Hoje, a inovação tecnológica, a bioestimulação e os protocolos personalizados redefinem o setor, aproximando-o cada vez mais da medicina preventiva e do bem-estar global. Os tratamentos menos invasivos estão na vanguarda da estética moderna. Atualmente, existem diversas tecnologias que permitem obter resultados naturais, com menor tempo de recuperação e maior conforto para o paciente. Outro princípio que se tem vindo a alterar ao longo dos tempos é o de simplesmente preencher ou dar volume. Atualmente damos primazia aos próprios mecanismos de reparação do corpo, promovendo a regeneração. Produtos como os bioestimuladores injetáveis (ácido polilático, a hidroxiapatita de cálcio ou a policaprolactona) promovem a produção de colagénio, melhorando a firmeza e a qualidade da pele ao longo do tempo e conseguindo assim resultados mais naturais. Outra mudança significativa é a personalização. Cada vez mais, os protocolos são adaptados ao estilo de vida de cada pessoa, integrando nutrição, cuidados tópicos e técnicas combinadas para potenciar resultados. A estética moderna é, assim, uma aliada da saúde, conferindo autoestima, confiança e qualidade de vida. A osteopatia começa a ser reconhecida pelo grande público. Que evidência existe atualmente sobre a sua eficácia na regulação do sistema nervoso autónomo, na melhoria do sono e na resposta a distúrbios digestivos como a síndrome do cólon irritável? A osteopatia tem demonstrado efeitos para o aumento de bem-estar físico. Algumas técnicas manuais foram estudadas e demonstraram alterar valores relativos à atividade do Sistema Nervoso Autónomo em determinado período após o tratamento. A osteopatia acaba por dar uma resposta mais completa quando trabalha numa equipa multidisciplinar, por exemplo quando falamos do sono e de distúrbios digestivos. A osteopatia é um ponto de ligação entre todas as áreas que tocam o corpo humano, pois consegue ter essa noção de inter-relação dos sistemas corporais e uma ação biopsicossocial. Na melhoria do sono, a osteopatia poderá ajudar em algumas alterações neuro-músculo-esquelética que possa provocar alterações na qualidade do sono. Como por exemplo, dores que só aparecem no final do dia ou na posição de deitado. No tratamento de distúrbios digestivos, a osteopatia pode trazer “mobilidade abdominal” com técnicas de respiração e técnicas de mobilização da coluna lombar e torácica, pelas suas relações intrínsecas. Além disso, pode utilizar técnicas de mobilização para cada quadrante para criar bem-estar abdominal e assim ajudar no peristaltismo. A pele é muitas vezes o reflexo do estado interno do organismo. Como é que a THÉA CLINIC avalia e aborda os problemas de pele de forma integrada, e quais são os tratamentos dermoestéticos mais eficazes quando combinados com uma abordagem funcional e multidisciplinar? A pele é a nossa fronteira entre o “eu” e o mundo. Envolve-nos, protege-nos e funciona como veículo de transmissão do que se passa no nosso interior. Esta ligação a vários sistemas do organismo, aliada à sua complexidade, exige que as condições da pele sejam abordadas com base em conhecimento científico e clínico. Na THÉA CLINIC, essa abordagem começa com uma avaliação cuidada, combinando questionários e exame físico, que permite recolher “pistas” sobre as possíveis ligações da pele com outros sistemas do corpo. Por isso, mesmo que uma condição se manifeste à superfície, muitas vezes pode estar relacionada com processos internos. Essa complexidade torna natural a integração de diferentes profissionais, garantindo uma abordagem verdadeiramente completa e eficaz. A psicologia do comportamento alimentar é essencial para compreender padrões como a compulsão, a fome emocional e os distúrbios alimentares. Como se articula esta vertente com a nutrição, a endocrinologia e a saúde mental, numa abordagem verdadeiramente integrada? A alimentação vai muito além da ingestão de alimentos. Envolve emoções, crenças, relações sociais e culturais, além de fatores fisiológicos e hormonais. A psicologia do comportamento alimentar assume um papel essencial na intervenção de comportamentos alimentares problemáticos como a compulsão alimentar, a fome emocional e as perturbações alimentares, no sentido de intervir e atuar em fatores emocionais, cognitivos e psicológicos, de forma a promover uma relação equilibrada e saudável com a alimentação. No entanto, para uma abordagem verdadeiramente eficaz, é fundamental o trabalho multidisciplinar com outras áreas de atuação, nomeadamente a nutrição e a endocrinologia. A integração entre psicologia, nutrição e endocrinologia possibilita uma intervenção mais completa e eficaz. Em pacientes em processo de perda de peso, este trabalho em equipa assume particular importância, uma vez que o acompanhamento psicológico irá permitir uma intervenção nos gatilhos emocionais e cognitivos, a intervenção nutricional irá promover orientações nutricionais para estabelecer hábitos alimentares equilibrados e a endocrinologia intervirá em possíveis desequilíbrios hormonais que influenciam o apetite, o metabolismo e o ganho de peso. Esta abordagem multidisciplinar reconhece a complexidade do comportamento alimentar e promove uma compreensão mais completa do comportamento alimentar, facilitando resultados mais eficazes e sustentáveis, e contribuindo para a promoção da saúde integral, do bem-estar e da qualidade de vida das pessoas que enfrentam desafios relacionados com a alimentação. A nutrição funcional está a ser impulsionada por avanços como os testes de microbiota, análises inflamatórias e genética nutricional. Que ferramentas e marcadores considera indispensáveis hoje para uma intervenção nutricional de excelência? A nutrição está em constante evolução, impulsionada por avanços científicos que nos permitem desenvolver abordagens cada vez mais personalizadas e individualizadas. Na minha prática, a primeira e mais importante ferramenta é a conexão humana, o verdadeiro conhecimento de cada paciente. Dedicar tempo a ouvir, compreender a sua história clínica e o seu contexto é o ponto de partida essencial. A partir deste levantamento cuidadoso, surgem naturalmente dúvidas e hipóteses clínicas que precisam de ser esclarecidas. Por isso, a avaliação do perfil bioquímico é uma etapa fundamental. Análises como hemograma completo, ferritina, glicemia, insulina, HOMA-IR, perfil lipídico detalhado (incluindo ApoB e triglicerídeos remanescentes), vitaminas (D, B12, folato), minerais (magnésio, zinco, selénio), função hepática, renal e tiroideia, proteína C-reativa (PCR) como marcador inflamatório. Adicionalmente, a avaliação do ritmo circadiano e do eixo neuroendócrino revela-se crucial, especialmente face ao elevado nível de stress com que tantas pessoas lidam no seu dia a dia. Não podemos também ignorar o potencial dos testes genéticos, que nos fornecem informações valiosas sobre variações que afetam o metabolismo de nutrientes, sensibilidade à cafeína, álcool, glúten, lactose, metabolismo lipídico e capacidade antioxidante. Estes dados permitem-nos afinar a intervenção de forma altamente personalizada, de acordo com o código genético de cada indivíduo. Por fim, os testes de microbiota intestinal assumem particular importância na suspeita de disbiose. São fundamentais para avaliar desequilíbrios entre bactérias comensais, oportunistas e patogénicas, bem como marcadores de inflamação intestinal, como a calprotectina e a zonulina. São ferramentas valiosas, aplicadas sempre que o quadro clínico o justifique. Na THÉA CLINIC, não existem planos alimentares de gaveta, nem consultas apressadas de 15 minutos. Cada acompanhamento é desenhado com tempo, atenção e detalhe, totalmente ajustado às necessidades únicas de cada paciente. O pilates é reconhecido como ferramenta de reabilitação e de gestão da dor, mas também como uma prática que promove a consciência corporal. Qual é o papel terapêutico do pilates na THÉA CLINIC e como se relaciona com os restantes pilares da clínica? O papel terapêutico do Pilates é precisamente o que esta afirmação destaca: a reabilitação física em casos de lesão, o controlo da dor associada a determinadas patologias, o desenvolvimento da consciência corporal, com especial enfoque na respiração, na execução consciente dos movimentos e na prevenção de novas lesões. O Pilates vai muito além da ideia de “Vou fazer Pilates porque tenho dores nas costas”. Se esta prática fosse iniciada muito antes do aparecimento dos problemas, não restariam dúvidas de que evitaríamos grande parte das queixas que surgem ao longo da vida. Assim, torna-se evidente que o Pilates é benéfico para todos, independentemente da idade ou condição física. A sua prática pode e deve ser sempre adaptada às necessidades específicas de cada um. Olhando para o futuro da saúde integrativa e personalizada, qual é a missão de longo prazo da THÉA CLINIC? E como imagina a evolução da medicina nos próximos anos, num contexto em que o utente assume um papel mais ativo e consciente na gestão da sua saúde? A missão da THÉA CLINIC é tornar-se a vanguarda da saúde integrativa, sempre com o objetivo de expandir, e chegar cada vez a mais pessoas. Mais que tratar a saúde dos pacientes queremos prevenir e ajudar na consciencialização e gestão da sua própria saúde. Na THÉA CLINIC acreditamos que a prevenção personalizada será o futuro da saúde a longo prazo. Mostrar que é possível prevenir e tratar com excelência, precisão e autenticidade, palavras-chave do conceito da THÉA CLINIC. Estou cada vez mais ciente que os nossos pacientes são os que tomam o controlo da sua saúde. Que não deixam avançar, que procuram alternativas, e que sobretudo não aceitam as respostas mais simples, mas sim aquelas que conseguem compreender e entender a forma de tratamento. Devemos comunicar para que cada vez mais pessoas tenham esse conhecimento, para que a medicina e a saúde se façam com proximidade e conexão. A THÉA CLINIC revê-se nestes princípios. A THÉA CLINIC espera por si! Morada: Rua Teotónio da Fonseca 17, 4750-320 Barcelos Contacto: 932 966 066 (chamada para a rede móvel nacional) Instagram: @theaclinics | @marianalves.pt “Fazer um tratamento estético ou simplesmente respirar fundo durante um ritual de skincare são gestos que ajudam a reduzir a ansiedade” “Para mim, maquilhar não é transformar, mas sim revelar as diferentes versões que existem em cada pessoa”
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