EMPRESAS & EMPRESÁRIOS Ricardo Costa, CEO do Grupo Bernardo da Costa e Presidente da AEMinho: A importância do trabalho em rede By Revista Spot | Julho 26, 2021 Julho 30, 2021 Share Tweet Share Pin Email Desde a sua constituição oficial, a 28 de maio, a AEMinho tem encetado um conjunto de ações junto de entidades e instituições de referência na região. Passaram a integrar recentemente o seu Conselho Geral a Universidade do Minho, o Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, o Instituto Politécnico de Viana do Castelo, a Universidade Lusíada, o INL, a CCDR-N, o Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, entre outros. Segundo Ricardo Costa, Presidente da AEMinho, este será um caminho para continuar, com parcerias essenciais para aquele que pretende assumir-se cada vez mais como um ‘trabalho em rede’. Trabalho de terreno Ricardo Costa garante que agora é essencial ouvir os associados e perceber as suas reais expetativas e necessidades. “É este trabalho de terreno que vai delinear o nosso plano de ação. Temos feito visitas a diversas empresas da região e conversado com os nossos associados, este contacto é essencial e vai ser contínuo, ao longo daquele que será o percurso da AEMinho.”, explica. De acordo com o Presidente da AEMinho, a associação tem procurado estabelecer também reuniões estratégicas no âmbito do PRR e do novo Quadro Comunitário. “Queremos trabalhar em conjunto com o Governo, demonstrando-lhe o potencial que existe nesta região, captando os fundos e apoios necessários para que as empresas se possam desenvolver ainda mais e alcançar níveis elevados de competitividade.”, refere. Cocriação de conhecimento Segundo Ricardo Costa, a cocriação de conhecimento entre as instituições de ensino superior, os centros de investigação e as empresas, assim como a atração, captação, retenção e requalificação de talento são neste momento essenciais. “Sabemos que há neste momento imensos setores a lutar com a falta de mão-de-obra. E aí, uma vez mais, as universidades e os centros de conhecimento têm um papel determinante em adequar a sua oferta formativa às necessidades efetivas das empresas, uma ponte na qual queremos ter também um papel ativo.”, adianta. As linhas do futuro “O futuro tem de passar pela investigação, inovação, capacitação e requalificação de pessoas. Se pretendemos distinguir-nos e aumentar o nosso posicionamento na cadeia de valor temos, de facto, de ter mais inovação nas nossas empresas.” Incentivar processos de internacionalização, de estímulo à exportação são outro dos pontos de ação da associação. “São as empresas que criam emprego e riqueza ao pais, são o motor do desenvolvimento e por isso sentimos que é nossa missão capacitar as nossas empresas, criar um tecido empresarial forte e capacitado, para que Portugal possa ser mais competitivo. Para que o Minho possa ter uma voz forte e coesa no país e no mundo”, assegura o Presidente da AEMinho. Best of Living: A visão feminina no mundo da decoração José Teixeira, Presidente do dstgroup e Presidente da Assembleia Geral da AEMinho: Uma visão humanista sobre o desenvolvido económico
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