Medicina Estética/Medicina geral e Familiar “A ‘quiet beauty’ celebra a beleza autêntica e subtil, sustentada por hábitos saudáveis e bem-estar emocional” By Revista Spot | Outubro 8, 2025 Outubro 9, 2025 Share Tweet Share Pin Email Cada pessoa tem um percurso único de envelhecimento, marcado pela sua genética, mas muito influenciado pelas suas escolhas de vida. Para Sara Albuquerque, médica de Medicina Geral e Familiar com pós-graduação em Medicina Estética, é nesse espaço entre o inevitável e o intencional que nasce o verdadeiro poder da chamada ‘quiet beauty’: uma beleza silenciosa, autêntica e sustentada por hábitos saudáveis e bem-estar emocional. “A beleza é sustentada por saúde, equilíbrio hormonal, nutrição consciente e serenidade interior”, sublinha. Neste conceito, menos é mais. A Medicina Estética deixa de ser uma ferramenta de transformação radical para se tornar um espelho da harmonia e vitalidade interiores. “Mais do que prometer juventude eterna, o que seria uma ilusão, procuro ajudar os meus pacientes a gerir expectativas, valorizar a sua individualidade e abraçar um envelhecimento saudável, coerente e natural”, acrescenta. Uma nova estética da autenticidade, onde a idade deixa de ser um limite para se tornar expressão de equilíbrio. Como é que a Medicina Geral e Familiar, área centrada na prevenção e no acompanhamento integral da pessoa, influencia hoje a sua prática em medicina estética, nutrição e antiaging? A minha formação em Medicina Geral e Familiar tem uma influência profunda na abordagem à minha outra vertente profissional, a Medicina Estética. Como médica de família, vejo os meus pacientes de forma holística, levando em consideração não só a doença e o seu impacto na qualidade de vida, mas também os fatores de estilo de vida, a história de vida, as relações familiares e interpessoais e o impacto do ambiente envolvente na saúde. Isso reflete-se diretamente na minha prática em Medicina estética, onde acredito que a verdadeira beleza vem de dentro e é o reflexo de tudo aquilo que envolve a pessoa e, por isso mesmo, o conceito de medicina integrativa faz parte obrigatória da minha abordagem. No contexto da Medicina Estética, isso significa que, antes de nos focarmos em procedimentos e tratamentos, é necessário olhar para o todo que envolve aquela pessoa, um todo único para um indivíduo único. Destaco a alimentação, a qualidade do sono e o exercício físico, como pilares essenciais não só para a saúde em geral em qualquer fase de vida, mas também para o envelhecimento saudável, que é o que cada vez mais é procurado por quem me procura. Em resumo, a minha prática é baseada na ideia de que a verdadeira beleza vem da integração do cuidado com a saúde física, emocional e mental, respeitando a individualidade de cada pessoa e promovendo resultados que sejam tanto naturais quanto sustentáveis ao longo do tempo. O objetivo não é apenas o de parecer bem, mas sim sentir-se verdadeiramente bem com quem se é e no contexto em que se está inserido. O conceito de ‘quiet beauty’ tem vindo a ganhar força como alternativa ao culto da transformação radical. Como interpreta esta tendência e de que forma a aplica na sua abordagem clínica? Este é um dos conceitos em que assenta a minha prática clínica. O conceito de ‘quiet beauty’ reflete uma tendência crescente em direção à naturalidade e ao respeito pela individualidade, em contraste com o culto da transformação radical. Em vez de mudanças drásticas ou artificiais, a ‘quiet beauty’ celebra a beleza autêntica e subtil, que é sustentada por hábitos saudáveis e bem-estar emocional. Na minha prática clínica, aplico esse conceito ao priorizar tratamentos que realcem as caraterísticas naturais de cada paciente, promovendo resultados suaves, harmoniosos, progressivos e saudáveis. Acredito que a beleza não precisa de ser transformada, mas sim aprimorada, devolvendo ao indivíduo a felicidade em olhar-se ao espelho e reencontrar-se. Isso implica utilizar abordagens e técnicas que, ao mesmo tempo que vão de encontro às preocupações de cada paciente, respeitem a sua anatomia e as suas expressões, sem exageros ou mudanças bruscas. Além disso, considero fundamental incentivar e acompanhar os pacientes na criação de uma rotina de cuidados que envolva não só os tratamentos estéticos, mas também cuidados imprescindíveis como a alimentação, o sono e o exercício físico, que, como já referi, são fundamentais para manter, para além de uma beleza duradoura, um estado pleno de bem-estar físico, mental e emocional. Que impacto observa na autoestima, na saúde mental e na qualidade de vida dos seus pacientes? E qual a importância de desmistificar a estética médica e aproximá-la das pessoas? Embora a Medicina Estética seja muitas vezes, de modo errado, associada apenas à aparência, o impacto vai muito além do físico. Melhorar a autoestima e a confiança dos pacientes pode ter um efeito transformador na sua saúde mental e na qualidade de vida. Defendo que quando alguém se sente bem com a sua aparência, há um reflexo direto no seu bem-estar emocional e psicológico. A Medicina Estética pode atuar como uma ferramenta poderosa para melhorar a imagem pessoal, como já referi respeitando a naturalidade e individualidade e, consequentemente, a autoaceitação e confiança, que são fundamentais para a saúde mental e emocional. Um tratamento estético bem feito, que vá de encontro ao que incomoda ou preocupa o paciente, é uma forma de autocuidado e de autoconhecimento, permitindo que as pessoas se sintam mais alinhadas com a sua identidade. Não é apenas sobre ‘melhorar a aparência’, mas também sobre proporcionar bem-estar e felicidade. Muitas vezes, em consulta, recebo pacientes que não me procuram com nenhuma queixa específica, mas sim com o desejo de se sentirem melhor com aquilo que são, no momento de vida em que se encontram. Quanto à desmistificação da Medicina Estética, acredito que é essencial aproximá-la das pessoas, tornando-a acessível, real e descomplicada. Há ainda um certo estigma de que é algo supérfluo e cujos resultados são sempre artificiais, mas a realidade é que, quando feita de forma responsável e personalizada, pode ter, e tem, um impacto positivo em todas as esferas da vida da pessoa. Desmistificá-la significa mostrar que é uma prática legítima, centrada no cuidado individual e no respeito pela naturalidade, e que pode ser uma parte importante do bem-estar global do indivíduo. Acho que tem de deixar de ser um tema tabu. Acho que tem de deixar de existir vergonha em dizer que se fez algum procedimento estético porque não há qualquer lugar para vergonha quando a questão é investirmos em nós, no nosso autocuidado e bem-estar. Já é antigo o famoso slogan que todos conhecemos, ‘Se eu não gostar de mim, quem gostará?’. Nas suas publicações reforça que “prevenção é a palavra-chave”. Que papel têm os procedimentos precoces, como toxina botulínica, preenchimentos estratégicos ou laser fracionado e os hábitos de vida na prevenção do envelhecimento visível e na durabilidade dos resultados? O envelhecimento é um processo natural e todos vamos passar por ele, mas com hábitos de vida saudáveis e procedimentos estéticos adequados podemos reduzir os seus sinais e manter uma relação feliz e saudável com a imagem que o espelho reflete. Procedimentos como a toxina botulínica, preenchimentos estratégicos, bioestimuladores de colagénio ou alguns equipamentos de aparatologia são aliados poderosos na prevenção, contribuindo para uma pele com um aspeto mais jovem e saudável por mais tempo. Quando aplicados de forma precoce e personalizada, ajudam a retardar os principais sinais de envelhecimento, aqueles que mais incomodam, como rugas, flacidez, sulcos e manchas, minimizando a necessidade de intervenções mais invasivas no futuro. Mas, claro, os procedimentos estéticos devem sempre ser vistos como complementares, nunca substitutos, a uma rotina saudável de cuidados. Hábitos como exercício físico regular, um sono de qualidade, alimentação equilibrada, evicção da exposição ao fumo de tabaco, uso diário de protetor solar e a gestão eficaz do stress têm um impacto profundo na saúde da pele e na saúde e envelhecimento global, tornando também os resultados dos tratamentos estéticos mais duradouros e sustentáveis. Como lida com pacientes que chegam com expectativas de grandes mudanças? Como os guia para soluções que respeitem a sua identidade e resultem em harmonia facial? É sem dúvida um desafio, mas também uma oportunidade para os orientar de forma responsável. Acredito que é fundamental ouvir e procurar perceber as preocupações e desejos dos pacientes, compreendendo o que realmente procuram e as razões por trás dessas expectativas. Muitas vezes, a perceção que têm de si mesmos é distorcida, influenciada por padrões irreais impostos pela sociedade ou por comparações com outras pessoas da rede próxima ou que seguem nas redes sociais. O meu papel é guiá-los para soluções que respeitem a sua identidade, as suas particularidades e realcem o que já é bonito neles. Esta foi, é e será sempre a minha abordagem. O objetivo é equilibrar e suavizar, respeitando as proporções naturais do rosto, garantindo resultados que se integrem de forma subtil, harmoniosa e natural. Ao longo deste processo, a gestão das expectativas é essencial. Explico claramente o que pode ser alcançado e o que não é possível, enfatizando sempre a importância da naturalidade e individualidade. Trabalho para que quem me procura se se sinta melhor consigo mesmo, não transformado ou irreconhecível, mas sim mais confiante e em sintonia com a sua verdadeira essência. A nutrição é hoje reconhecida como um dos pilares do antiaging. Que estratégias considera mais eficazes para prevenir o envelhecimento precoce e manter a vitalidade? A nutrição é, sem dúvida, um dos pilares mais importantes à saúde global. O que comemos tem um impacto direto na saúde da nossa pele, na nossa energia e no funcionamento do organismo como um todo. Para prevenir o envelhecimento e promover a vitalidade, acredito numa abordagem equilibrada, sem exageros ou modas, pois, como costumo dizer, ‘o básico, quando bem feito, funciona’. O básico passa por incluir na alimentação diária o consumo de frutas e vegetais, de alimentos ricos em ácidos gordos essenciais, de hidratos de carbono não refinados, de alimentos com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, de alimentos ricos em proteína e, crucial, de uma boa hidratação. Mas também passa por incluir um bolo, umas bolachas, um gelado, uma francesinha e afins, de modo regrado e consciente, sem culpa e auto penalização, pois a palavra chave será sempre ‘equilíbrio’. Em suma, incluir alimentos de todos os grupos, em quantidades adequadas às necessidades de cada um, sem restrições exageradas, desadequadas e impossíveis de manter a longo prazo. Chegam até mim muitos pacientes que estão há anos em ‘luta’ com a comida e, consequentemente, com o seu corpo e consigo próprios. O meu papel é incentivá-los a criar uma rotina saudável, acompanhando-os ao longo de todo o processo, percebendo os motivos desta má relação com os alimentos e as consequências que esta traz em termos de autoestima, de relações interpessoais e de qualidade de vida. O objetivo será sempre atingir um equilíbrio saudável, feliz e passível de manter a longo prazo porque uma alimentação saudável e equilibrada deve ser associada a uma forma de vida e não a uma ‘dieta’ no sentido mais literal da palavra. O antiaging já não se limita à pele: saúde metabólica, função hormonal, microbiota intestinal e até epigenética entram hoje na equação. Como integra estas dimensões no acompanhamento dos seus pacientes? É verdade que, hoje em dia, quando falamos em antiaging, já não falamos apenas de estética ou de cuidados com a pele. Falar em envelhecimento saudável implica olhar para a pessoa como um todo, do ponto de vista físico, emocional e funcional, dimensões que tento sempre integrar no acompanhamento dos meus pacientes. A meu ver, a Medicina Estética pode e deve ser muito mais do que tratar rugas ou fazer preenchimentos, deve sim ser um prolongamento da saúde e da prevenção. A minha abordagem clínica foca-se numa vertente integrativa, procuro entender o contexto global da pessoa: como dorme, o que come, se pratica exercício, como gere o stress, que relações tem, e que sintomatologia subtil pode estar a surgir, por exemplo, alterações hormonais, digestivas ou de humor. Estes sinais, muitas vezes considerados ‘normais’ com a idade, podem ser pistas de desequilíbrios a nível metabólico, hormonal ou mesmo da microbiota intestinal, obrigando a considerar, e avaliar, sempre que justificável, estas dimensões Ao escutarmos o corpo de forma preventiva, conseguimos intervir mais cedo e com mais eficácia. Cada pessoa tem um percurso único de envelhecimento, marcado, claro, pela sua genética, mas muito influenciado pelas suas escolhas de vida. É aqui que reside o verdadeiro poder transformador: ajudar cada pessoa a fazer escolhas conscientes no seu dia a dia, para que o processo de envelhecimento seja natural, equilibrado e respeite a sua identidade. A beleza, para mim, está na autenticidade, o que se alinha com o conceito de quiet beauty, onde menos é mais, e onde a Medicina Estética serve para refletir o bem-estar, vitalidade e harmonia interior. Mais do que prometer juventude eterna, o que seria uma ilusão, procuro trabalhar com os meus pacientes a gestão de expectativas, a valorização da sua individualidade e a promoção de um envelhecimento saudável, sustentado e natural. Nos últimos anos surgiram avanços como bioregeneradores, skinboosters e aparatologia (como lasers de última geração, ultrassons microfocados…). Quais destas inovações considera mais promissoras para o futuro próximo? Na verdade, não acredito que exista uma única tecnologia ou técnica que seja ‘a mais promissora’. O que considero verdadeiramente promissor, e eficaz, é a possibilidade de integrar várias abordagens de forma sinérgica, personalizada e responsável, sempre com base na avaliação clínica de cada pessoa. Nenhuma inovação, por si só, resolve tudo, e a sua eficácia depende sempre de como, quando e em quem é aplicada, partindo sempre da indicação terapêutica, que é única para cada pessoa. E é aí que entra o olhar médico e a importância fulcral da consulta de avaliação. É fundamental perceber as necessidades reais da pessoa, as suas prioridades, os seus hábitos de vida, a sua disponibilidade para determinados tratamentos, e até o seu ritmo de envelhecimento. Só assim conseguimos criar planos de tratamento integrados e progressivos, que respeitam a naturalidade e potenciam resultados mais duradouros. Integrar diferentes abordagens, produtos, técnicas e tecnologias, sempre com critério e bom senso, permite-nos atuar em várias camadas da pele e em diferentes fases do envelhecimento, o que é fundamental para resultados seguros, eficazes e naturais. Não há soluções universais, apenas estratégias ajustadas a cada pessoa. Até onde deve ir a medicina estética? Onde traçar a fronteira entre cuidar da autoestima e alimentar padrões irreais? E como adaptar a abordagem a diferentes perfis, desde jovens que procuram prevenção até pessoas maduras que desejam rejuvenescimento? Tal como já tenho vindo a referir, defendo que a Medicina Estética deve sempre servir a saúde, o bem-estar e a autenticidade da pessoa, e nunca ser usada para alimentar inseguranças ou padrões de beleza irreais. Para mim, a fronteira é clara, estou aqui para cuidar, não para transformar radicalmente ou apagar a identidade de ninguém. Sem dúvida que a autoestima é uma motivação legítima e importante e, se trabalhada com consciência, pode melhorar muito o amor próprio e a qualidade de vida. Contudo, o papel do médico é ajudar a filtrar motivações externas, por vezes influenciadas por redes sociais ou ideais de perfeição perfeitamente irreais, e recentrar a pessoa naquilo que é realista, saudável e que respeita a sua individualidade. Daí cada vez mais se falar, defender e exercer uma Medicina Estética guiada pelo conceito da ‘quiet beauty’. O mais importante é compreender que cada paciente é único e, por isso, a abordagem deve ser sempre adaptada. Nos mais jovens, o foco deve estar sobretudo na educação, na prevenção, na proteção da pele e na promoção de estilos de vida saudáveis, tudo com muita moderação para evitar intervenções desnecessárias. Já em pessoas mais maduras, é possível trabalhar com técnicas mais estruturadas de rejuvenescimento, sempre com o objetivo de restaurar harmonia, sem mascarar a vivência e a expressão natural da idade. Se olharmos 5 a 10 anos para a frente, que mudanças prevê na forma como a Medicina Estética será praticada? Caminharemos para uma fusão ainda maior entre saúde preventiva, estética e longevidade? Sim, acredito profundamente que estamos a caminhar para uma Medicina Estética cada vez mais ligada à medicina preventiva. E essa fusão entre estética e saúde não é apenas uma tendência, a meu ver é uma necessidade real. A ideia será não só a de manter uma aparência mais jovem e saudável, mas sim potenciar vitalidade, prevenir o envelhecimento precoce e melhorar a qualidade de vida em todas as suas vertentes. E isso só será possível com uma abordagem integrativa, que combine técnicas avançadas, com intervenções no estilo de vida. Nos próximos anos prevejo que o foco será menos o de ‘corrigir’ e mais o de ‘cuidar e antecipar’, tratar menos a imagem e mais a pessoa no seu todo. Cuidar da pele e do aspeto sim, mas também da saúde no geral, física e psíquica, integrando o estilo de vida, a qualidade do sono, a saúde intestinal e a regulação hormonal. Ou seja, uma abordagem verdadeiramente integrativa, onde a estética será apenas uma das expressões visíveis do bem-estar pleno. Por outro lado, prevejo uma prática muito mais personalizada, e não padronizada, alinhada com o conceito de ‘quiet beauty’, onde o objetivo não será parecer alguém que não se é, mas sim tornar-se a melhor versão de si mesmo. Nota biográfica Médica especialista em Medicina Geral e Familiar, Sara Albuquerque desenvolve a sua atividade no setor público, numa Unidade de Saúde Familiar em Vila Nova de Gaia, onde exerce a tempo inteiro. Ao longo da sua carreira, tem-se distinguido pela abordagem próxima, humanizada e preventiva, acompanhando os utentes em todas as etapas da vida e promovendo uma visão global da saúde. Com uma pós-graduação em Medicina Estética pela Faculdade de Alcalá, encontrou nesta área uma extensão natural da sua vocação médica, o cuidado que une ciência, bem-estar e autoestima. Atualmente, concilia a prática clínica com o trabalho numa clínica de Medicina Estética em Vila Nova de Gaia, onde privilegia resultados subtis e personalizados, sempre orientados pela naturalidade e pelo equilíbrio. Instagram: @dra_saraalbuquerque “Os prémios e a internacionalização do OFFA atelier são um lembrete para nunca nos esquecermos de fazer arquitetura coerente com os nossos ideais” “Hoje a Endocrinologia cruza genética, microbiota, sono, metabolismo e saúde mental”
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