Medicina Estética “A pele é um espelho vivo da nossa história e a medicina estética consciente ajuda a contá-la sem apagar as marcas que nos definem” By Revista Spot | Agosto 2, 2025 Agosto 2, 2025 Share Tweet Share Pin Email Mais do que um órgão que nos envolve, a pele comunica de dentro para fora. Regista emoções, stress, padrões de sono, alimentação, poluição e o passar do tempo. Hoje, a medicina estética deixou de ser apenas uma aliada da beleza para se tornar uma disciplina da saúde integrada, onde ciência e tecnologia se unem para promover longevidade com identidade. “Estamos a entrar na era da medicina estética consciente, que não apaga a história, mas reequilibra o que a vida descompensou”, explica Carina Teixeira, médica de medicina estética. Com o recurso a tecnologias como lasers híbridos, bioestimuladores de colagénio, PRP e protocolos personalizados, é possível reativar mecanismos celulares profundos e isso muda tudo. O que vivemos deixa marcas na pele. A epigenética confirma que fatores externos moldam a forma como os nossos genes se manifestam, e a pele é o reflexo mais visível dessa interação. Por isso, cuidar da pele é hoje cuidar da saúde com verdade, ciência e, acima de tudo, humanidade. A Medicina Estética tornou-se uma ferramenta de tratamento, mas sobretudo de prevenção e promoção de saúde a longo prazo? A Medicina Estética é hoje muito mais do que corrigir sinais visíveis: é uma ferramenta poderosa de promoção da saúde, do bem-estar e da longevidade. Acredito profundamente no equilíbrio entre corpo e mente: para mostrar o nosso melhor ao mundo, temos, primeiro, de nos sentir bem connosco mesmos. Vejo uma crescente consciência nas pessoas sobre a importância de cuidarem de si desde cedo, com hábitos e rotinas que previnem o envelhecimento e mantêm a vitalidade da pele. Nas minhas consultas, faço uma avaliação global: não me foco apenas no que está visível, mas também nos estilos de vida, a exposição solar, a alimentação, o sono e o exercício físico. A partir daqui, elaboro um plano personalizado, que inclui cuidados de skincare eficazes e tratamentos que fortalecem a pele, promovendo um aspeto saudável e natural. Pequenos gestos diários, como a aplicação de protetor solar e o uso de antioxidantes, são verdadeiros aliados para retardar os sinais do tempo e até para reduzir riscos de doenças cutâneas. Esta abordagem preventiva permite que a pele mantenha a sua saúde e beleza ao longo dos anos, evitando intervenções invasivas e garantindo resultados mais duradouros. A Medicina Estética integra-se, desta forma, na saúde global do paciente, valorizando o cuidado contínuo e consciente. Para além da genética, os fatores ambientais e o estilo de vida podem influenciar o envelhecimento cutâneo? A Medicina Estética pode atuar para minimizar esses efeitos e ajudar a “reprogramar” a vitalidade da pele? Sabemos, hoje, que o envelhecimento da pele não é determinado apenas pela genética, mas também pelo ambiente e pelos nossos hábitos diários. Poluição, radiação UV, tabagismo, alimentação inadequada e falta de sono alteram a forma como os nossos genes se expressam, acelerando o envelhecimento cutâneo. A Medicina Estética pode atuar de forma inteligente para minimizar esses efeitos, ‘reprogramando’ a vitalidade da pele através de tratamentos que estimulam a regeneração celular e o colagénio endógeno. Técnicas como lasers de última geração, bioestimuladores de colagénio, microagulhamento com PRP, peelings e luz pulsada intensa reativam os fibroblastos, devolvendo elasticidade, firmeza e o brilho natural da pele. Além da melhoria estética, esses tratamentos também ajudam a retardar e até a prevenir lesões pré-cancerígenas, reforçando a saúde cutânea em profundidade; um benefício que vai muito além da aparência. Esta combinação de ciência e cuidado personalizado é o que torna a Medicina Estética uma aliada indispensável para quem quer envelhecer de forma saudável, vibrante e consciente Como alinhar a naturalidade com resultados que, sem serem evidentes à primeira vista, transformam profundamente a autoestima e a confiança dos seus pacientes? A verdadeira transformação estética não grita, revela-se em silêncio. Não muda a essência, apenas devolve à pessoa a imagem que ela já sente por dentro. Muitas vezes, é esse reencontro no espelho que desperta uma nova confiança e autoestima. Na minha prática, procuro sempre equilibrar subtileza com impacto real. Através de técnicas como a toxina botulínica, bioestimuladores de colagénio ou tecnologias regenerativas como os lasers, conseguimos suavizar os sinais do tempo sem apagar a história do rosto. O resultado ideal é aquele em que o paciente se sente mais fresco, mais descansado, mais confiante, mas ainda plenamente ele mesmo. Trata-se de potenciar o que já é bonito, corrigir pequenas assimetrias ou sinais de cansaço, e nunca criar uma imagem que despersonalize. Um simples preenchimento de olheiras, por exemplo, pode ter um impacto enorme: não por ser radical, mas porque devolve leveza e vitalidade ao olhar. Com isso, a forma como a pessoa se sente no mundo altera-se. A Medicina Estética deve ser um ato de autocuidado, não de disfarce. Para isso, é essencial um profundo conhecimento da anatomia, da dinâmica facial e da evolução natural do envelhecimento. Cada rosto é único e merece ser tratado com respeito, precisão e sensibilidade. A minha missão é sempre a mesma: valorizar a identidade, devolver equilíbrio e promover uma beleza com verdade, sem excessos, mas com alma. Acredita que há cada vez mais procura por tratamentos preventivos? Em que momento considera ser ideal começar a cuidar da pele de forma mais técnica, e porquê? A Medicina Estética está, cada vez mais, a deixar de ser apenas corretiva para se tornar verdadeiramente preventiva. E isso é algo que me entusiasma, porque significa que as pessoas estão a cuidar de si mais cedo, com consciência, responsabilidade e equilíbrio. Sabemos que a produção natural de colagénio começa a diminuir a partir dos 25 anos e esse é um marco importante; mas o envelhecimento da pele não é ditado apenas pela idade. Genética, stress, sono, alimentação, exposição solar, tabaco… Tudo influencia a vitalidade da pele. Por isso, digo muitas vezes aos meus pacientes que, na Medicina Estética, não existe uma idade certa, existe o momento certo para cada pessoa. Do ponto de vista clínico, considero que entre os 25 e os 30 anos é o período ideal para começar a cuidar da pele de forma mais técnica, mas sempre com medidas suaves e personalizadas: hidratação profunda com skinboosters, prevenção de rugas com microdoses de toxina botulínica, bioestimuladores de colagénio para preservar firmeza e elasticidade, ou lasers suaves para uniformizar o tom e textura da pele. A prevenção bem feita permite manter a juventude cutânea por mais tempo, atrasando, ou até evitando, a necessidade de tratamentos mais invasivos no futuro. E, acima de tudo, promove uma relação mais saudável com a própria imagem: sem pressões, sem exageros, apenas um cuidado consciente e contínuo, alinhado com o bem-estar e a autoestima. A Medicina Estética Integrativa é isso mesmo: escutar, orientar e tratar, respeitando a individualidade de cada pele, de cada história, de cada fase da vida. Em que circunstâncias privilegia os bioestimuladores em detrimento dos preenchimentos, e como define o protocolo ideal para cada caso? Os bioestimuladores de colagénio são, para mim, uma das ferramentas mais elegantes e inteligentes da Medicina Estética. Em vez de adicionarmos volume, convidamos o próprio corpo a regenerar-se, a reforçar a sua estrutura natural e a recuperar firmeza de forma gradual e duradoura. São ideais para pacientes que procuram uma melhoria subtil, mas profunda, especialmente em casos de flacidez leve a moderada, perda de firmeza após emagrecimento ou sinais de envelhecimento precoce. Quando a prioridade é tonificar e redefinir, sem alterar volumes nem transformar o rosto, privilegio, claramente, os bioestimuladores em vez dos preenchimentos. Existem várias substâncias com este objetivo, hidroxiapatita de cálcio, ácido poli-L-láctico ou PDO líquido, e a escolha depende sempre da anatomia, da idade, da zona a tratar e das necessidades específicas de cada paciente. O protocolo é altamente personalizado: normalmente, iniciamos com uma a três sessões e seguimos com uma manutenção anual. Os resultados aparecem aos poucos, mas permanecem por muito tempo, em muitos casos até 24 meses; o que transmite segurança e tranquilidade ao paciente. O que mais aprecio nestes tratamentos é a sua naturalidade. A pele vai melhorando visivelmente com o tempo, mas sem mudanças abruptas. As pessoas notam que o rosto parece mais descansado, mais firme e mais jovem, mas não conseguem apontar exatamente o que mudou. E é exatamente aí que está a beleza da subtileza e da medicina feita com intenção. É regeneração, não transformação. É autoestima construída com tempo e verdade. Com equipamentos como o Halo e o BBL Heroic, é possível tratar manchas, textura e flacidez com enorme precisão. Em que perfis de paciente e situações clínicas recomenda estas tecnologias e de que forma as combina com outras técnicas, como PRP ou toxina botulínica? As tecnologias da Sciton, como o BBL HEROic e o HALO, representam um salto qualitativo na forma como tratamos a pele: com precisão, segurança e resultados visíveis, sem recorrer a procedimentos invasivos. São ideais para quem procura rejuvenescer a pele de forma realista, mas sem tempo de recuperação prolongado ou alterações artificiais. O BBL HEROic é uma luz pulsada de última geração, que atua profundamente em problemas de pigmentação e vascularização. É altamente eficaz no tratamento de rosácea, telangiectasias e manchas solares, com resultados surpreendentes. Há casos em que basta uma sessão para devolver uniformidade e luz à pele. É uma excelente opção para pacientes com sinais de fotoenvelhecimento ou com pele sensível, que necessitam de um tratamento eficaz, mas suave. O HALO, por outro lado, é um laser híbrido que combina a ação ablativa e não ablativa, o que nos permite tratar a textura irregular, rugas finas, poros dilatados e até cicatrizes, com um tempo de recuperação reduzido. É uma ferramenta poderosa para promover a regeneração da pele, melhorando visivelmente o seu aspeto e saúde. Na minha prática, combino frequentemente estas tecnologias com outras abordagens, como hidratação profunda com skinbooster, toxina botulínica ou bioestimuladores de colagénio. Ao integrar diferentes técnicas, consigo personalizar os tratamentos e potenciar os resultados de forma harmoniosa. O segredo está na personalização. Cada pele tem a sua história; e o plano de tratamento deve respeitar isso. Com estas tecnologias, é possível criar protocolos verdadeiramente adaptados às necessidades individuais, promovendo um rejuvenescimento autêntico, gradual e sustentável. O mais gratificante é ver o brilho no olhar de quem volta a sentir-se confortável e confiante na própria pele, com naturalidade, saúde e bem-estar. Que diferenças práticas nota nos resultados da Relfydess, em termos de naturalidade da expressão, longevidade do efeito e melhoria global da qualidade da pele, comparando com as toxinas convencionais? A Relfydess representa uma nova geração de toxina botulínica… Mais pura, mais precisa e com resultados visivelmente mais naturais. É um avanço que traz não só benefícios técnicos para quem aplica, mas sobretudo confiança e satisfação para quem recebe o tratamento. Uma das grandes inovações é a sua tecnologia PEARL, que garante uma fórmula altamente purificada, livre de proteínas desnecessárias. Isto traduz-se numa menor probabilidade de resistência ao longo do tempo, uma preocupação real para quem faz tratamentos regulares com toxinas convencionais. Com a Relfydess, mantemos a eficácia mesmo após várias aplicações, com segurança e consistência. Outro aspeto muito valorizado pelos meus pacientes é a rapidez do efeito, que começa a ser visível logo após um ou dois dias. E não só os resultados surgem mais cedo, como também se mantêm por mais tempo, com uma duração média de seis meses, e, em muitos casos, até nove meses. Isto significa menos sessões ao longo do ano e mais liberdade para o paciente. A sua precisão é excecional, com uma difusão controlada que nos permite tratar zonas muito delicadas do rosto, como a área periocular, com segurança, sem comprometer a naturalidade da expressão. O resultado é uma pele mais suave, luminosa e rejuvenescida, mas sem aquele aspeto artificial que tantas pessoas receiam. Mais do que um tratamento estético, a Relfydess oferece confiança, uma expressão descansada, leve e harmoniosa. Apesar de um custo ligeiramente superior, a qualidade dos resultados e a durabilidade compensam. Representa o equilíbrio perfeito entre custo-benefício. Microagulhamento com PRP, esta combinação está cada vez mais popular, mas quais são as indicações clínicas em que observa os resultados mais significativos, nomeadamente em cicatrizes, rosácea ou sinais de envelhecimento precoce? A combinação do microagulhamento com PRP (plasma rico em plaquetas) é uma verdadeira terapia regenerativa. Mais do que um tratamento estético, é um estímulo profundo à capacidade natural de regeneração da pele. O microagulhamento, ao criar microlesões controladas, ativa a renovação celular, melhora a vascularização e estimula a produção de colagénio. Quando associado ao PRP, um concentrado do próprio sangue do paciente, rico em fatores de crescimento, os resultados são potencializados, pois o plasma penetra nas camadas mais profundas da pele, acelerando a regeneração e reparação tecidular. Vejo resultados muito significativos em casos de cicatrizes (de acne ou cirúrgicas), rosácea, sinais de envelhecimento precoce e até mesmo em alopecia (queda de cabelo), onde a combinação com outras terapias permite estimular o crescimento e a densidade capilar. É, também, uma excelente opção para melhorar a textura da pele, uniformizar o tom, atenuar o melasma e reduzir os danos causados pelo sol. Os resultados não são imediatos, costumam surgir após três a quatro sessões, mas são profundos e duradouros. O feedback dos pacientes é muito gratificante: falam de uma pele mais lisa, luminosa e revitalizada, mas também de um aumento na confiança e no bem-estar. Este tipo de tratamento é a prova de que a Medicina Estética pode ser profundamente terapêutica, promovendo saúde, regeneração e autoestima de forma segura e natural. O uso da toxina para além das rugas é comum em casos como rosácea, pele oleosa ou hiperidrose. Que protocolos específicos aplica nestes casos e que tipo de feedback tem recebido dos seus pacientes? O MesoBotox é uma técnica que vai muito além da estética. Consiste na aplicação de microdoses de toxina botulínica em camadas mais superficiais da pele, com o objetivo de melhorar a sua qualidade, controlar a oleosidade e reduzir sintomas desconfortáveis, como o excesso de suor ou a vermelhidão persistente. Na prática clínica, utilizo esta abordagem em casos de rosácea, pele oleosa, dermatites e, sobretudo, em situações de hiperidrose axilar ou palmar, um problema muitas vezes invisível, mas com um impacto profundo na vida social e profissional dos pacientes. O feedback que recebo é muito positivo. Muitos pacientes descrevem uma sensação de alívio e confiança renovada. Conseguirem, por exemplo, manter a pele mais equilibrada e calma no dia a dia ou estar numa reunião sem suar excessivamente é algo que muda verdadeiramente a forma como se sentem na própria pele e mesmo como se posicionam no mundo do trabalho. Este é um dos exemplos de como a Medicina Estética também é funcional e terapêutica. Quando tratamos sintomas que incomodam ou limitam, não estamos apenas a melhorar a pele; estamos a devolver bem-estar, conforto e autoestima. E isso, para mim, é o verdadeiro propósito deste trabalho. Muitos pacientes referem um aumento notório da autoconfiança e bem-estar emocional após pequenos ajustes estéticos. Recorda-se de algum caso em que a transformação estética se refletiu de forma marcante no bem-estar emocional do paciente? Recordo-me de uma jovem paciente com um rosto redondo e sem projeção do queixo. Estava a atravessar o fim de um relacionamento e sentia-se frágil, com a autoestima em baixo. O nosso objetivo não era transformá-la noutra pessoa, mas sim ajudar a revelar a melhor versão de si mesma, aquela que ela já não conseguia ver ao espelho. Após a harmonização do contorno mandibular, a sua expressão ganhou firmeza, os traços tornaram-se mais definidos e, acima de tudo, o brilho nos olhos voltou. Lembro-me da emoção no seu rosto ao ver-se novamente com confiança. Foi um momento de reencontro com ela própria. A estética, quando feita com ética e propósito, tem um poder transformador. Não é vaidade. É autoestima e confiança! E poder testemunhar isso diariamente é, sem dúvida, uma das maiores recompensas da minha profissão. Como gere as expectativas dos seus pacientes e de que forma os ajuda a alcançar resultados harmoniosos, realistas e sustentáveis? Vivemos numa era em que as redes sociais ditam padrões irreais de beleza: rostos filtrados, peles sem poros, contornos que não existem fora de uma aplicação. Mas a pele real tem textura, tem rugas, tem história. E a verdadeira beleza está na autenticidade. Na minha prática, vejo muitas vezes pacientes chegarem com fotografias, cheias de expectativas baseadas em imagens que não refletem a realidade. E é aí que começa o meu verdadeiro papel enquanto médica: orientar, informar e, acima de tudo, proteger. Proteger a identidade do paciente, a sua autoestima e a sua saúde emocional. Claro que a Medicina Estética permite melhorar, podemos suavizar rugas, redefinir contornos, tratar a pele… Mas sempre com equilíbrio, respeito pela anatomia e com resultados sustentáveis e naturais. Dizer “não” também faz parte da minha missão. Recuso procedimentos que distorcem a essência da pessoa ou que vão contra os princípios de harmonia e ética. Acredito profundamente que cada rosto conta uma história única e o meu compromisso é valorizá-la, não apagá-la. Mais do que transformar rostos, quero ajudar as pessoas a reconciliarem-se com a sua imagem, a olharem-se ao espelho com carinho e confiança. Porque sentir-se bem consigo mesmo é, no fundo, o verdadeiro objetivo da Medicina Estética. Na sua opinião, quais serão as tendências que vão definir o futuro da Medicina Estética? Avanços tecnológicos, personalização extrema, ou um regresso a valores essenciais, como o respeito pela beleza natural de cada pessoa? A Medicina Estética é, para mim, o encontro entre a ciência e a arte, uma área em constante evolução, onde a tecnologia e o conhecimento andam de mãos dadas com a sensibilidade e o respeito por cada pessoa. O futuro será, sem dúvida, mais técnico e preciso, com tratamentos cada vez menos invasivos, mais seguros e altamente personalizados. As terapias regenerativas, tanto injetáveis como em aparatologia, estão a transformar a forma como cuidamos da pele e prevenimos o envelhecimento. A estética será cada vez mais preventiva, baseada em ciência, inovação e naturalidade. Mas, apesar de toda a tecnologia, acredito que o verdadeiro avanço será o regresso ao essencial: valores como a ética, a autenticidade e o respeito pela individualidade. Cada rosto é único e deve continuar a sê-lo. Na minha prática, mantenho-me fiel a um princípio inegociável: preservar a identidade de cada paciente. Dizer “não” quando me deparo com pedidos exagerados ou desproporcionais faz parte da responsabilidade que assumi como médica. A estética não deve uniformizar, mas sim valorizar com equilíbrio, bom senso e verdade. O futuro da Medicina Estética é, acima de tudo, humano. Uma área de saúde que promove bem-estar, confiança e autoestima; que ajuda cada pessoa a sentir-se bem consigo mesma, de forma genuína e duradoura. E é essa missão, profundamente ética e transformadora, que me move todos os dias. Instagram: @dra.carinateixeira Marcações: linktr.ee/dra.carinateixeira “Ainda existem muitos mitos relacionados com a depilação a laser” “Enquanto cirurgiã pediátrica acredito que, mesmo num bloco operatório, se pode cuidar com o coração”
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