Psicologia “O trauma é vivido no corpo. São respostas que ficam bloqueadas no sistema nervoso muito depois do acontecimento” By Revista Spot | Dezembro 7, 2025 Dezembro 10, 2025 Share Tweet Share Pin Email Há traumas que nunca chegam a ser ditos, mas deixam marca no rosto. Antes de serem história, são emoção comprimida, cognição em estado de alarme. E é justamente no corpo, muito antes da narrativa, que o trauma começa a denunciar-se: microtensões que surgem sem aviso, um olhar que se retrai, uma respiração que hesita. O rosto torna-se cartografia, território onde o cérebro escreve aquilo que a consciência ainda não ousa pronunciar. Nesta entrevista, Daniela Carvalho Alves, psicóloga clínica, investigadora do desfiguramento facial e do transplante da face, estudiosa de casos extremos como o de Carmen Tarleton, uma mulher norte-americana que já fez dois transplantes faciais completos devido a um desfiguramento facial severo, revela uma verdade desconfortável e necessária: o trauma é um fenómeno neuropsicofisiológico, não uma metáfora emocional. E numa era de redes sociais saturadas de “gatilhos” e autodiagnósticos, compreender esta complexidade é talvez o passo mais urgente para devolver rigor, humanidade e sentido ao sofrimento. O seu doutoramento sobre transplante da face, desfiguramento facial e expressão emocional colocou-a num território clínico raríssimo: a relação entre rosto, cérebro e emoção. Hoje, perante um adulto com trauma, o que é que a expressão facial revela antes da narrativa verbal? O meu doutoramento incide no impacto que o desfiguramento facial e o transplante da face têm na identidade, na expressão e na regulação emocional. Trabalhei no estudo de caso de Carmen Tarleton, uma mulher norte-americana que já fez dois transplantes faciais completos devido a um desfiguramento facial severo. A investigação mostrou-me que o rosto não é apenas uma estrutura anatómica, é também um órgão emocional e identitário. É através dele que o cérebro organiza reconhecimento, vinculação social e continuidade do self. É muito mais complexo do que se imagina. Quando o rosto é desfigurado, a pessoa perde simultaneamente função, expressão, reconhecimento social e identidade simbólica. Essa perda gera uma rutura profunda no sistema neuropsicofisiológico: entre outras, áreas como a amígdala, a área facial fusiforme e as redes de memória autobiográfica entram num estado de desorganização que se reflete tanto na expressão emocional como na perceção de quem a pessoa é. O transplante de face introduz uma segunda transformação. No início, o cérebro precisa de reaprender a integrar um rosto que é novo, mas que tem de se tornar próprio. É um processo de neuroplasticidade intensa, em que a identidade facial é reconstruída gradualmente. A expressão facial da emoção também tem de se reorganizar: os músculos reinervados permitem movimentos que precisam de ser reaprendidos e investidos de significado. No caso da Carmen havia outros danos devido a queimadura que tiveram outras implicações no transplante. O caso da Carmen Tarleton ilustra bem esta complexidade. Sobrevivente de um trauma extremo (um ataque com um produto químico por parte do ex-marido), viveu a desfiguração, a dor física excruciante, o luto pelo rosto perdido e, mais tarde, a adaptação a uma face transplantada. Na verdade, já fez um segundo transplante facial, devido a rejeição do primeiro. O que o seu percurso evidencia é que o transplante não apaga o trauma, mas pode possibilitar a construção de uma nova narrativa identitária e maior qualidade de vida. É uma integração delicada entre o passado que o corpo não esquece (já o disse Bessel Van Der Kolk) e a possibilidade de reconstrução que o novo rosto oferece. Dito assim parece até um pouco simplista, uma vez que há diversas variáveis a ter em consideração e todos os casos são diferentes. O que aprendi com esta investigação é que a face é, literalmente, uma cartografia neuropsicofisiológica complexa. Pode revelar o trauma antes de a palavra o conseguir formular e participa ativamente na reconstrução da identidade depois da experiência traumática. Trabalhar nesta área ensinou-me a olhar para o rosto não como superfície, mas como linguagem: uma interface direta entre cérebro, emoção e história de vida. Pode o rosto denunciar memórias traumáticas que a própria consciência ainda não consegue nomear? O rosto, mesmo sem desfiguramento, revela muito do que o indivíduo sente, mesmo antes que a narrativa verbal se forme. O sistema emocional, que é mais primitivo e imediato do que a linguagem, está fortemente vinculado à nossa expressão facial. Quando uma pessoa passou por um trauma, pode não ter consciência imediata de certos eventos, mas a face pode expressar tensões, medos, ou até mesmo dissociação. A microexpressão facial (pequenos movimentos na expressão facial que são difíceis de controlar intencionalmente) pode denunciar emoções profundas que a consciência ainda não conseguiu elaborar. Esse mecanismo é uma forma de comunicação não verbal muito rica e pode ser um ponto de partida para explorar experiências traumáticas não verbalizadas. O rosto é, muitas vezes, o primeiro lugar onde o trauma se manifesta. Quando estou perante um adulto com história traumática, posso observar microtensões, assimetrias subtis, retraimentos musculares muito breves, que surgem sobretudo quando a pessoa toca em algo emocionalmente carregado, mesmo sem perceber. A face pode revelar memórias não organizadas linguisticamente: pequenos movimentos involuntários, um olhar que foge ou que fixa demasiado, um congelamento repentino. São sinais de que o corpo sabe algo que a consciência ainda não conseguiu nomear. É um trabalho exigente e muito desgastante, mas extremamente fascinante. Como explica, na sua prática clínica, a diferença entre o evento traumático e o modo como o sistema nervoso o registou? Costumo usar a definição de Peter Levine, que diz que o trauma não tem origem no evento traumático em si, mas na resposta que foi possível ao sistema nervoso dar ao acontecimento, tanto naquele momento, como sequencialmente. Quando o individuo não tem condições de reagir eficazmente a um perigo (luta, fuga ou mesmo congelamento), a resposta fica incompleta e o sistema nervoso desorganiza-se, falha e é nesse momento que o trauma se instala. Ou seja, há uma distinção entre o evento traumático e o modo como o cérebro e o corpo regista essa experiência. O sistema nervoso pode processar o trauma de forma a que o evento em si se torne um “gatilho” para reações automáticas, sem que a pessoa tenha consciência disso. Duas pessoas podem viver o mesmo evento, mas apenas uma desenvolver trauma. Isto porque o trauma é, antes de mais, um fenómeno neuropsicofisiológico. O que chamamos de trauma é, primariamente, uma disrupção nos mecanismos de processamento neuropsicofisiológico e só secundariamente uma narrativa construída. Primeiro, o corpo perde a sensação de segurança; só depois surge a narrativa. A história que contamos vem muito mais tarde, quando o córtex já consegue dar sentido ao que a amígdala e o corpo guardaram em aceleração, em colapso ou em desconexão. O trauma é muito mais do que uma história, é um conjunto de respostas fisiológicas, emocionais e cognitivas que ficam presas no sistema nervoso. Quais são os sinais subtis (postura, respiração, microexpressões, rigidez muscular) que a alertam para trauma não identificado em adultos aparentemente “adaptados”? Embora existam tendências comuns, a expressão somática do trauma é altamente individual, dependente de fatores genéticos, maturacionais e contextuais. Cada corpo guarda o trauma de forma única e algumas pistas não verbais podem ajudar a identificar traumas que não foram verbalizados ou diagnosticados. A hipervigilância, por exemplo, é uma das respostas comuns a traumas não resolvidos. As microexpressões, a postura rígida, a respiração superficial ou acelerada, a tensão muscular e os movimentos abruptos são sinais de que o corpo está em estado de alerta constante, mesmo que a pessoa não tenha consciência disso. Contudo, para estabelecer um diagnóstico é necessário que estejam presentes um conjunto de critérios definidos no DSM, o manual utilizado por psicólogos e psiquiatras para identificar perturbações mentais com base em parâmetros padronizados. Estes critérios agrupam-se em quatro categorias: sintomas de intrusão (como memórias intrusivas, pesadelos ou flashbacks), evitamento (de pensamentos, emoções ou situações associadas ao trauma), alterações negativas na cognição e no humor (como culpa persistente, perda de interesse ou dificuldade em sentir emoções positivas) e alterações no estado de alerta e reatividade (irritabilidade, hipervigilância, dificuldade de concentração, perturbações do sono ou respostas de sobressalto exageradas). Quando presentes, estes sintomas comprometem de forma significativa o funcionamento diário da pessoa. “O rosto é, muitas vezes, o primeiro lugar onde o trauma se manifesta” Na terapia cognitivo-comportamental e nas terapias de terceira geração, como articula a reestruturação cognitiva com a dimensão somática do trauma? A mudança de pensamento é insuficiente se o corpo não for incluído no processo terapêutico? Na terapia cognitivo-comportamental (TCC) e nas terapias de terceira geração, a reestruturação cognitiva foca em mudar padrões de pensamento disfuncionais, mas no caso de trauma, é crucial integrar a dimensão somática. O trauma não está apenas na mente, ele é também um fenómeno físico. Quando uma pessoa tenta alterar os seus pensamentos sem lidar com as respostas físicas do corpo, como a ativação do sistema nervoso simpático (luta, fuga ou congelamento), a mudança cognitiva pode ser mais superficial. A mudança ocorre quando há um equilíbrio entre o trabalho mental e a regulação somática, ajudando o corpo a sentir-se seguro o suficiente para permitir que a mente se reestruture de forma mais profunda. Por outras palavras, a reestruturação cognitiva tem impacto limitado quando o sistema nervoso permanece em defesa. O trabalho somático (regulação, exposição interoceptiva, grounding) cria o pré-requisito fisiológico para que intervenções cognitivas sejam eficazes. Sem modulação vagal e redução da hiperexcitação, a mudança cognitiva não se consolida. Que diferenças encontra entre o trauma vivido individualmente e o trauma gerado por contextos coletivos e persistentes? Como se intervém quando a ameaça externa ainda não cessou? São situações completamente distintas. O trauma individual é algo que afeta uma pessoa de forma mais isolada, a ameaça terminou e trabalhamos para que o corpo consiga atualizar essa informação. O trauma coletivo é vivido dentro de um contexto cultural ou social mais amplo, a ameaça é partilhada e, muitas vezes, contínua, com um impacto potencialmente geracional. No caso de catástrofes ou situações prolongadas de ameaça (como guerras ou desastres naturais), o trauma é muitas vezes internalizado por toda a comunidade. A intervenção é mais complexa, já que não é apenas a pessoa que precisa de ser tratada, mas também a rede social e cultural em que ela está inserida. Quando a ameaça externa ainda persiste, o trabalho terapêutico deve também envolver o fortalecimento da resiliência e a criação de microespaços de segurança, mesmo que temporários: respirar, regular, estabilizar, que ajudem as pessoas a lidar com o medo e a incerteza constante. Só depois é possível elaborar. Quando o perigo ainda existe, trabalhar a memória traumática é prematuro; o foco é reduzir desgaste fisiológico, evitar desintegração psicossocial e maximizar previsibilidade. O trauma coletivo envolve mecanismos de ameaça contínua e co-regulação negativa dentro do grupo. Em contextos de catástrofe, intervém-se sobretudo na estabilização, restabelecimento de rotinas, suporte comunitário e prevenção de colapso psicossocial. Com as redes sociais inundadas de termos como “gatilho”, “dissociação” e “trauma”, estamos a promover literacia emocional ou a criar diagnósticos precipitados e autoetiquetagem disfuncional? Seria fabuloso que as redes sociais apenas potenciassem a divulgação e aumento da literacia nos mais diversos temas de interesse público, nomeadamente na saúde mental. Mas sabemos que o potencial é o mesmo para a desinformação e risco de banalização do sofrimento psicológico. Preocupa-me muito esta viralização de informação sem qualquer sustentação fiável, promovendo o risco de patologização excessiva e autodiagnóstico impreciso, sem o enquadramento clínico adequado. O segredo está, como sempre, nas fontes de informação credíveis. Portanto, é essencial um equilíbrio entre aumentar a consciencialização e evitar a estigmatização ou a trivialização. Felizmente que vamos tendo psiquiatras e psicólogos clínicos que têm feito bom uso das redes sociais para promover a literacia em saúde mental. Com formação aprofundada em mindfulness, considera-o uma ferramenta sobretudo reguladora, capaz de acalmar o sistema nervoso, ou um processo verdadeiramente transformacional no trauma? A prática regular de mindfulness tem um grande potencial regulador e pode ajudar a estabilizar o sistema nervoso, reduzir a ansiedade e ajudar na gestão emocional e do stress. Contudo, em relação ao trauma, o mindfulness também pode ser transformador, desde que utilizado com cuidado. A transformação ocorre quando a pessoa começa a relacionar-se de forma mais profunda e compassiva com os aspetos somáticos do trauma. Isso não significa “apagar” o trauma, mas sim permitir que a pessoa experimente e vivencie o trauma de maneira mais integrada, com mais consciência e aceitação. O mindfulness é, simultaneamente, uma ferramenta reguladora e transformacional, dependendo do momento terapêutico. Para pessoas com trauma, deve começar-se sempre pela estabilização: aprender a regressar ao corpo sem serem engolidas pela experiência interna. Com o tempo, a prática do mindfulness torna-se transformacional porque ensina a pessoa a relacionar-se de forma menos reativa com as experiências difíceis, a criar espaço onde antes havia fusão total. A transformação vem da presença, não do controlo. O mindfulness funciona inicialmente como modulador do sistema nervoso autónomo: incremento da variabilidade cardíaca, ativação parassimpática e redução da ruminação. Em fases posteriores, pode ser transformacional ao modificar padrões de reatividade e promover integração entre córtex pré-frontal medial e redes interoceptivas. Qualquer intervenção psicoterapêutica, seja ela qual for, requer cautela em traumas complexos para evitar retraumatização. O mindfulness não é exceção. As intervenções psicoterapêuticas são construídas à medida de cada pessoa, pelo que, não raras vezes, integro mais do que uma técnica. “Há uma distinção entre o evento traumático e o modo como o cérebro e o corpo regista essa experiência” Como garante que o EMDR não se reduz a dessensibilizar sintomas, mas promove integração real da memória traumática? O EMDR (Eye Movement Desensitization and Reprocessing) é uma psicoterapia baseada no modelo que concebe o Processamento Adaptativo de Informação (PAI) como neurobiológico e adaptativo, sendo uma das terapias de primeira linha recomendadas para o tratamento do trauma. O objetivo vai muito além de dessensibilizar sintomas, pretende-se integrar a memória traumática, ajudando o cérebro a processar o trauma de uma forma mais saudável. Para garantir que o EMDR seja uma intervenção psicoterapêutica bem aplicada, é importante que o terapeuta compreenda o contexto da pessoa e a relação que ela tem com o trauma. Que critérios utiliza para determinar se um paciente está preparado para iniciar o reprocessamento? O processo requer tempo, paciência e um acompanhamento cuidadoso. Antes de iniciar o reprocessamento, deve-se avaliar e promover recursos internos, como a regulação, a ancoragem, a janela de tolerância, a capacidade de atenção dual, a estabilidade psicológica e a segurança terapêutica. Ainda assim, há regras de aplicação do protocolo a cumprir, não se saltam fases. Por exemplo, o protocolo clássico (há outros) é constituído por 8 fases e trata um evento traumático de cada vez. A fase da dessensibilização é a quarta, ou seja, há várias fases importantes a percorrer, sendo que só se passa à fase seguinte quando a anterior está cumprida. A terapia EMDR pode ser integrada numa terapia cognitiva padrão, como uma terapia adjuvante ou como um tratamento por si só. Ressalve-se que a intervenção com EMDR, e enquanto forma de Psicoterapia, em Portugal e na Europa, é restrita a profissionais formados na área da saúde mental e devidamente certificados pelas associações da respetiva psicoterapia, nomeadamente Psicólogos e Psiquiatras. A hipnose clínica pode facilitar o acesso a memórias implícitas ou funciona sobretudo como um amplificador de foco e presença? Embora haja muitas resistências e mitos em torno desta técnica, e apesar da controvérsia na comunidade científica em volta do tema, a hipnose clínica pode ajudar a promover uma espécie de estado de relaxamento profundo, o que facilita a regulação fisiológica e a reestruturação de experiências traumáticas. Pode, também, amplificar a presença e o foco, permitindo que a pessoa enfrente e ressignifique experiências difíceis de uma forma mais segura e controlada. Na minha opinião, a hipnose clínica é sobretudo um amplificador de foco e presença e isso é útil no trauma. Ao modular estados de atenção, promove a imaginação dirigida e reduz a hiperatividade cortical, favorecendo foco, segurança interna e acesso regulado a material emocional implícito. Não se trata de recuperar memórias, mas de aceder a estados de segurança interna que permitem olhar para experiências difíceis sem colapsar. A hipnose ajuda a regular o sistema nervoso, aumenta a capacidade de imaginação terapêutica e ajuda a pessoa a reencontrar um ponto de estabilidade, a partir do qual pode trabalhar o trauma com menos ameaça, otimizando a capacidade de processamento. “Duas pessoas podem viver o mesmo evento, mas apenas uma desenvolver trauma” Com o avanço da realidade virtual terapêutica, das terapias somáticas, da biometria emocional e da investigação em expressão facial, que mudanças antevê na abordagem ao trauma? Nos próximos anos, acredito que veremos tentativas de integração de tecnologias nas abordagens terapêuticas, mas não isentas de riscos consideráveis. Diria que a fronteira mais promissora seria a capacidade de criar intervenções mais personalizadas e eficazes, baseadas em dados e na compreensão mais precisa do impacto do trauma no corpo e na mente. No entanto, há um risco significativo do uso excessivo dessas tecnologias sem a devida humanização do tratamento. A tecnologia deve ser uma ferramenta ao serviço da pessoa, e não o contrário. Aliás, existem casos com repercussões muito sérias por causa da má utilização de chatbots utilizados como substitutos virtuais de terapeutas, o que se revela perigosíssimo. Por isso, é essencial que continuemos a trabalhar no equilíbrio entre a inovação e a manutenção do contacto terapêutico genuíno e, fundamentalmente, em intervenções éticas. A literatura científica mostra que a biometria emocional não é ainda fiável para determinar emoções específicas de forma robusta e inequívoca. E tenho muitas dúvidas que o seja nos próximos tempos. A fronteira mais promissora talvez esteja relacionada com a precisão neurofisiológica na monitorização do tratamento. A mais arriscada será a substituição de vínculo terapêutico por dispositivos, comprometendo um dos fatores mais decisivos para a recuperação: a relação terapêutica. Facebook: Daniela Carvalho Alves – Serviços de Psicologia e Desenvolvimento Pessoal Instagram: @daniela.carvalho.alves.psi LinkedIn: Daniela Carvalho Alves “Já acompanhei várias pessoas com sintomas persistentes e exames normais, mas com o corpo em profundo esforço” Um encontro com a Brasileira no Natal
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