Medicina Estética “A nova medicina estética defende a prevenção, a naturalidade e a qualidade da pele. O MF Signature Regeneration Program nasce desta nova visão” By Revista Spot | Maio 1, 2026 Maio 2, 2026 Share Tweet Share Pin Email A medicina estética está a mudar. Depois de anos marcada por resultados demasiado visíveis e pela promessa de correções rápidas, a tendência aponta agora para procedimentos menos invasivos, mais personalizados e orientados para a regeneração da pele. Na MF Prime Clinic, esta mudança ganha forma através do MF Signature Regeneration Program, uma abordagem que combina infravermelhos, laser médico não ablativo e bioestimulação fisiológica para melhorar firmeza, textura, luminosidade e qualidade cutânea. Manuela Faria defende uma estética baseada em evidência científica, bom senso e respeito pela identidade de cada paciente. O objetivo já não é transformar rostos, mas preservar a sua autenticidade, acompanhando o envelhecimento com naturalidade e inteligência. Nesta entrevista, falamos da nova relação dos pacientes com a imagem, da importância de gerir expectativas irreais e do lugar da medicina estética num tempo em que “menos” pode, de facto, ser mais. O que é que a levou a olhar para a medicina estética não apenas como uma área de transformação exterior, mas como um cuidado ligado à identidade, à autoestima e à história de cada pessoa? Desde muito cedo, o cuidado com a imagem, o bem-estar e a autoestima nunca foram apenas um interesse profissional, mas uma vocação profundamente ligada à forma como as pessoas se sentem consigo próprias. Ao longo do meu percurso, percebi que a estética vai muito além da aparência: está intimamente ligada à confiança, à segurança e à maneira como cada pessoa enfrenta o mundo no seu dia a dia. Foi essa visão humanizada e consciente que esteve na origem da abertura da MF Prime Clinic. Mais do que criar uma clínica, o meu objetivo foi desenvolver um espaço onde a medicina estética fosse vivida com elegância, naturalidade e respeito pela identidade de cada paciente. Acredito que cada rosto, cada corpo conta uma história única. Cada traço revela emoções, vivências e autenticidade que merecem ser valorizadas, nunca descaraterizadas. Durante anos, a medicina estética foi muito associada a mudanças visíveis e, muitas vezes, invasivas. O que é que está a mudar para que tantos pacientes procurem hoje resultados rápidos, mas mais naturais e sem tempo de recuperação (downtime)? O que está a mudar é a mentalidade do paciente. Hoje as pessoas não querem “parecer artificiais”, apenas querem parecer melhores versões de si próprias. Procuram frescura, luminosidade, firmeza e bem-estar, sem sinais evidentes de intervenção. Existe também uma maior valorização do tempo e da rotina. Poucos pacientes querem parar dias para recuperar de um procedimento. Querem soluções eficazes, seguras e compatíveis com uma vida ativa. Na MF Prime Clinic vemos esta mudança diariamente: o foco deixou de ser transformar, passou a ser preservar e regenerar. Ainda assim alguns pacientes chegam à clínica a pensar em “fazer algo mais invasivo” e acabam por optar por soluções menos agressivas. O que é que esta mudança revela sobre a nova relação das pessoas com a sua imagem? Revela conhecimento e maturidade. Durante algum tempo acreditou-se que quanto mais agressivo o procedimento, melhor o resultado. Hoje o paciente está mais informado e percebe que muitas vezes o melhor caminho é o mais inteligente, não o mais radical. As pessoas querem sentir-se bem com a sua imagem, não viver dependentes dela. Querem envelhecer bem, preservando identidade e naturalidade. Essa é precisamente a essência do MF Signature Regeneration Program, cuidar sem exagerar. Em termos simples, o que distingue um protocolo que combina infravermelhos, laser médico e bioestimulação de abordagens mais tradicionais na medicina estética? A diferença está em tratar a causa e não apenas o sintoma. As abordagens tradicionais focavam-se muitas vezes em preencher, esticar ou corrigir visualmente. Quando combinamos tecnologias como infravermelhos (Zaffiro), laser médico não ablativo (LaserMe) e bioestimulação fisiológica (Zaffiro + Stimulate + LaserMe + Hydro Deluxe), estamos a estimular a pele a funcionar melhor: produzir colagénio saudável, melhorar textura, firmeza, vascularização e qualidade cutânea. Em vez de “mascarar”, regeneramos. Em vez de forçar, ativamos. Estamos perante uma tendência passageira ou perante um novo standard na forma de exercer medicina estética em Portugal? Porquê? Acreditamos que é um novo standard. Porque está alinhado com três fatores irreversíveis: evolução tecnológica, maior exigência do paciente e valorização da naturalidade. O paciente atual procura resultados reais, mas discretos. Quer segurança, ciência e personalização. Tal como noutras áreas da medicina, também aqui a tendência é evoluir para tratamentos menos invasivos e mais precisos. Há uma ideia crescente de que “menos pode ser mais”? Menos pode ser mais quando falamos de prevenção, melhoria da qualidade da pele, flacidez ligeira a moderada, textura, luminosidade e manutenção saudável da pele. Mas é importante sermos honestos: há casos de flacidez severa, excesso de pele ou alterações estruturais importantes em que uma abordagem cirúrgica continua a ser a opção mais indicada, sendo que inclusivamente no nosso quadro clínico dispomos de um cirurgião plástico e uma cirurgiã maxilo-facial para fazer face a tais casos (corporais e/ou faciais). A medicina estética séria não vende ilusões. O nosso papel é orientar o paciente para o que realmente faz sentido, mesmo que isso signifique dizer “não”. Hoje fala-se muito em naturalidade, mas a naturalidade também pode ser subjetiva. Do ponto de vista médico, como se define um resultado bem conseguido? É o que se nota ou precisamente o que não denuncia intervenção? Um bom resultado não é aquele que chama a atenção. É aquele que transmite saúde, equilíbrio e frescura sem denunciar o procedimento. Quando alguém diz “estás ótima” em vez de perguntar “o que fizeste?”, normalmente estamos perante um resultado bem conseguido. Na nossa visão, naturalidade não é ausência de intervenção. É intervenção bem executada. Num tempo em que as redes sociais aceleram expectativas e banalizam procedimentos, como se gere a consulta de um paciente que chega com referências irreais, urgência e medo de envelhecer? Com escuta, educação e responsabilidade clínica. A consulta não deve começar pelo tratamento, deve começar pela pessoa. É essencial perceber motivações, expectativas e inseguranças. Muitas vezes o paciente precisa primeiro de informação, não de um procedimento. Na MF Prime Clinic acreditamos que o médico deve ser um filtro técnico e ético. Nem tudo o que é tendência é indicado. Nem tudo o que é possível deve ser feito. Quando defendem uma medicina estética baseada em evidência científica, de que forma isso se traduz na prática clínica: na escolha da tecnologia, na seleção dos casos, na combinação de técnicas ou no acompanhamento do paciente? Traduz-se em tudo isso. Na escolha de equipamentos com respaldo científico. Na personalização dos protocolos. Na combinação racional de técnicas. E no acompanhamento posterior, que é muitas vezes negligenciado. A medicina estética baseada na evidência científica não é um slogan. É um método de trabalho que coloca a segurança e a consistência acima do marketing. Se tivessem de resumir esta nova fase da medicina estética numa ideia-chave, qual seria: corrigir menos, regenerar mais; transformar menos, preservar melhor; ou devolver ao rosto uma aparência mais descansada sem o descaraterizar? Se tivéssemos de resumir numa frase, seria: Transformar menos. Preservar melhor. Porque a nova medicina estética não procura apagar a identidade de ninguém. Procura acompanhar o tempo com inteligência, suavidade e respeito pela individualidade. Essa é a verdadeira essência do MF Signature Regeneration Program. Morada: Rua Dona Filipa de Vilhena 10 C, 1000-135 Lisboa Contacto: 967 855 078 (chamada para a rede móvel nacional) Instagram: @mfprimeclinic Facebook: MF Prime Clinic Ricardo Sousa, o ortopedista que colocou Portugal no mapa internacional das infeções osteoarticulares “A pergunta não é apenas ‘que sintomas tem esta criança?’, mas sobretudo ‘como vive esta criança?’”
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