Diversão Monkey Park Gaia: Um Natal na selva com lugar para todos By Revista Spot | Dezembro 14, 2025 Dezembro 14, 2025 Share Tweet Share Pin Email Este ano, em Vila Nova de Gaia, o Natal tem cheiro a pinho, eco de gargalhadas e um cenário inesperado: uma selva. Do lado de fora, o trânsito, o frio e as compras de última hora; do lado de dentro, o Monkey Park, onde dezembro abranda e as crianças voltam a ser apenas isso, crianças. Os três parques da marca, em Esposende, Braga e agora Gaia, entram em “modo férias de Natal”: estão abertos de quinta a domingo e, quando os miúdos entrarem oficialmente de férias, passam a funcionar de quarta a domingo, com uma pausa apenas nos dias 24 e 25. É o suficiente para muitos pais suspirarem de alívio: há um lugar onde eles podem correr, saltar, inventar mundos, enquanto os adultos respiram, trabalham, almoçam, ou simplesmente os veem brincar. Em Gaia, o parque é ainda recente, mas já ganhou estatuto de segredo bem guardado do Grande Porto. Quem entra percebe porquê: é um espaço indoor temático de selva, pensado ao detalhe, com luz, altura e uma visão quase total do parque a partir da zona de restauração. Natal, aqui, é verbo no presente contínuo: brincar. Férias de Natal em Gaia: brincar enquanto os pais respiram O Monkey Park Gaia foi desenhado como um compromisso entre tempo de família e tempo para cada um. As crianças, dos 2 aos 14 anos ficam no parque a brincar por horas, os pais podem estar no restaurante a tomar o pequeno-almoço, a almoçar, a lanchar, a trabalhar ao computador ou simplesmente a conversar. O restaurante está aberto até às 19h e não é exclusivo para famílias com crianças. Não é preciso chegar com um miúdo pela mão para entrar, pode ser apenas o vizinho que desceu para almoçar, alguém que veio trabalhar com vista para a selva ou um avô que prefere ficar a acompanhar de longe, chá na mão, neto em aventura. Durante esse tempo, as crianças exploram o parque: a Casa da Árvore, a Torre dos Macacos, a pista das boias, o campo de futebol, a zona dos bebés, o ninja, os jogos interativos, a discoteca. A equipa de monitores, escolhida e elogiada sem pudor pelos próprios pais, garante o acompanhamento constante: não é “deixar os miúdos”, é confiar numa equipa que, nas palavras de Marco Inácio e Júlia Martins, os fundadores do Monkey Park, “tem de gostar mesmo de crianças, porque aqui elas não são ruído de fundo, são a razão de tudo”. Natal de trocas: uma prenda, muitas histórias Este Natal, há uma novidade que parece saída de um livro antigo: a troca de presentes entre crianças. Ao entrarem no parque, os miúdos são convidados a trazer um brinquedo que já não usam, mas que esteja em bom estado. Trazem-no embrulhado, com o cuidado possível, e saem com outra prenda, um brinquedo que outro menino ou menina deixou. A dinâmica acontece nos três parques, como um fio invisível a ligar Esposende, Braga e Gaia. Mais do que um gesto simbólico, é uma pequena lição de economia afetiva: dar não é ficar sem nada, é abrir espaço para outra história. Num Natal de consumo acelerado, o Monkey Park propõe um gesto simples, quase inocente, que reintroduz a ideia de partilha entre desconhecidos, sem moralismos, apenas pela experiência. Parques feitos à mão, segurança levada a peito Numa era em que a maioria dos parques de diversão compra equipamentos ao catálogo, instala e segue caminho, o Monkey Park insiste em fazer tudo ao contrário. A esmagadora maioria das estruturas, casinhas, figuras e percursos é desenhada e construída pela própria equipa. São das poucas empresas em Portugal a construir os seus próprios parques: da ideia ao parafuso final. Cabanas de madeira reaproveitada, entrelaçadas com trepadeiras, pontes suspensas, são uma ode à criatividade e à sustentabilidade, o ADN é português e artesanal. Os parques são pensados como um todo coerente, com equipamentos que “falam” uns com os outros e criam uma narrativa própria. Essa autoria estende-se à segurança. Portas com códigos, videovigilância, número de monitores acima do mínimo, procedimentos afinados. E uma invenção que vale por um capítulo: o security card. À entrada, cada criança fica associada a um cartão entregue ao adulto responsável. À saída, ninguém sai sem que esse cartão seja apresentado. “Trabalhar com crianças exige segurança. O cartão, as portas controladas, as regras claras são um escudo silencioso, para o parque, para os pais e, sobretudo, para os mais novos”, partilha Marco Inácio. Know-how interno Marco Inácio e Júlia Martins, da Aktivworks, desenharam tudo ao pormenor. Há mais de 15 anos que realizam projetos de aventura em todo o país e, com todo esse conhecimento e background sobre parques de aventura, decidiram criar o seu próprio, primeiro em Esposende e, mais tarde, em Braga e agora em Vila Nova de Gaia. Hoje são uma referência para pais e crianças vindos de todos os pontos da região Norte e têm novos projetos no horizonte.” Há também a vantagem de serem construtores além de gestores: percorrem o país a montar parques para outros clientes, ouvem queixas, elogios, percebem tendências, aprendem com os erros alheios. Bolos, discoteca e os detalhes que ficam na memória Aniversário que é aniversário tem de ter bolo e aqui isso é literal. Há três tipos de base à escolha, qualquer tema possível na decoração, e uma frase que se ouve muitas vezes: “o bolo é mesmo bom”. Entre uma fatia de bolo e a próxima subida à torre, ainda há tempo para a discoteca dos mais velhos, para os jogos interativos, para o campo de futebol improvisar ligas infantis, para os mais pequenos descobrirem a zona dos bebés e as cabanas que lembram aldeias secretas. É um universo inteiro condensado dentro de quatro paredes altas. Para os pais do Grande Porto, a equação faz-se depressa: um parque temático de selva, com restaurante, monitores, segurança reforçada, horários alargados de férias, idade dos 2 aos 14, festas completas com bolo e uma novidade de Natal que ensina a dar. Nem é preciso muito mais. Um Natal para brincar, com responsabilidades assumidas No fim do dia, quando o barulho abranda e as luzes da selva se tornam mais suaves, o Monkey Park Gaia parece um cenário de teatro à espera do próximo ato. Ficam ecos de riso e aquela sensação de que, para estas crianças, o Natal de 2025 vai ter sempre a cor desta selva. O que Marco e Júlia construíram, em Esposende, Braga e Gaia, é mais do que um conjunto de parques. É um modelo de infância possível num tempo difícil: livre, ativa, segura e acompanhada. Um lugar onde o “sim” à aventura, ao risco controlado, à imaginação e ao convívio fala sempre mais alto. Este Natal, entre listas de presentes, compras online e tardes de chuva, há uma pergunta que fica no ar: e se o melhor presente não couber num embrulho, mas num dia inteiro de brincadeira na selva? ESPOSENDE Rua da Fábrica, 70 4740-010 Gandra Contato Esposende – 919 409 259 BRAGA Rua Irmã Lúcia, Lugar da Formigueira – Lote A6 4700-152 (Zona Industrial de Frossos) Contato Braga – 968 751 134 VILA NOVA DE GAIA Rua Rechousa, 4400-222 Canelas Contacto Vila Nova de Gaia – 933 033 071 (chamada para a rede móvel nacional) Facebook: MonkeyPark Instagram: @monkeypark__ www.monkeypark.pt Bárbara Fonseca, psicóloga perinatal, lança “Bebé a Caminho”: um jogo de cartas com 180 perguntas para casais que acham que já falaram de tudo…até chegar um bebé Gala de Natal Só Barroso: Um ano histórico celebrado em família
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