Automóveis “A importação automóvel aumentou em Portugal e, em 2025, a eletrificação e a digitalização reinventaram o setor” By Revista Spot | Dezembro 8, 2025 Dezembro 8, 2025 Share Tweet Share Pin Email 2025 foi um ano particularmente revelador para o setor automóvel português. Entre a pressão regulatória europeia, a corrida à mobilidade elétrica e a crescente exigência dos consumidores, as empresas de importação tiveram de se reinventar. A ANFILAcar atravessou este cenário em aceleração permanente e encontrou nele uma oportunidade de maturidade. O aumento da procura por veículos eletrificados, a necessidade de processos logísticos mais previsíveis, o reforço da verificação documental e tecnológica e o crescimento do segmento corporate redesenharam o perfil do cliente e a dinâmica do negócio. Num país onde a diferença fiscal, a rapidez na entrega e a confiança na origem do veículo pesam decisivamente na escolha, 2025 deixou uma certeza: o futuro da importação automóvel pertence a quem transformar confiança em método e eficiência em cultura. Se tivessem de descrever 2025 em três momentos-chave para a ANFILAcar, quais foram os acontecimentos que marcaram o vosso crescimento e porquê? Se tivéssemos de contar 2025 em três imagens, diríamos que foi um ano em que a ANFILAcar cresceu porque escutou melhor o mercado e as pessoas. O primeiro grande momento veio com o aumento das vendas de veículos eletrificados. Não foi apenas uma tendência: foi a confirmação de que os clientes estavam prontos para mudar, e nós mudámos com eles. Ao apostar seriamente em híbridos e elétricos, conquistámos novos rostos e reforçámos a relação com quem já confiava em nós. O segundo momento foi mais silencioso, mas igualmente decisivo: a forma como afinámos a importação e a logística. Tornámo-nos mais ágeis, reduzimos custos e encurtámos tempos de espera. Para os clientes, isto traduziu-se numa experiência mais fluida; para nós, numa sensação real de maturidade operacional. O terceiro aconteceu no digital. Ao investir numa presença online mais forte e humana, deixámos de falar apenas para quem nos conhecia, passámos a chegar a pessoas que nunca tinham ouvido falar da ANFILAcar, mas que se viram refletidas na nossa forma de comunicar. Isso trouxe mais consultas, mais confiança e uma comunidade que começou a crescer à volta da marca. Assim se fez 2025: entre escolhas certeiras, proximidade e um sentimento claro de evolução. Que indicadores ou métricas traduzem melhor o vosso ano? Os principais indicadores que melhor traduzem o nosso ano foram sobretudo quantitativos, mas também qualitativos. Destacamos o aumento significativo do volume de importações; O reforço na aposta em soluções de mobilidade sustentável, com 70% das viaturas importadas a serem elétricas ou híbridas e a elevada taxa de satisfação dos clientes, visível não apenas nos feedbacks recebidos, mas também no crescimento contínuo do número de clientes por recomendação, que hoje representa uma parte muito relevante do nosso negócio. O que mudou no perfil do cliente e nas expectativas de quem procura um carro vindo da Alemanha? O cliente tornou-se mais informado e exigente. Em 2025, quem procura um carro importado valoriza mais a transparência no processo, garantia forte e rapidez na entrega, aproveitando a diferença de preço e qualidade face ao mercado nacional. Com as atualizações do ISV, incentivos à mobilidade elétrica e novas regras fiscais para empresas, que impacto sentiram na procura? As alterações na legislação e fiscalidade em 2025 tiveram um impacto imediato na procura da ANFILAcar. A atualização do ISV, os incentivos à mobilidade elétrica e a perceção das poupanças com veículos elétricos e híbridos plug-in levaram muitos clientes a optar por importar carros híbridos e elétricos, refletindo uma clara mudança de preferência para opções mais sustentáveis. Do lado das empresas, as regras fiscais incentivaram a aquisição de viaturas eletrificadas para frotas, aumentando as vendas corporativas. Uma surpresa foi a rapidez com que clientes que antes escolhiam veículos a combustão passaram para elétricos ou híbridos, mostrando o efeito direto dos incentivos e benefícios fiscais. O mercado europeu registou casos mediáticos ligados à adulteração de quilometragens e históricos. Isso alterou a forma como vocês comunicam transparência e verificam fornecedores? A mediatização dos casos de adulteração de quilometragens e históricos reforçou ainda mais a nossa abordagem à transparência. Na ANFILAcar intensificámos o controlo junto de fornecedores e adotámos processos mais rigorosos na validação documental e tecnológica. Hoje, cada viatura é sujeita a verificações adicionais, incluindo a emissão de um relatório detalhado através do número de chassis, que permite confirmar quilometragem, histórico de manutenção e eventuais registos de sinistros. Desta forma, garantimos ao cliente total segurança e confiança na origem e condição do veículo. Que ferramentas tecnológicas lançaram ou testaram ao longo do ano? E o que mudou na experiência do cliente? Estamos a testar ferramentas que permitam ao cliente a rastreabilidade do processo, desde a compra até à entrega. Para já, parte dos comerciais dar todo o feedback do processo. Como evoluiu a vossa relação após a entrega e que novos serviços nasceram dessa necessidade? O cliente valoriza o acompanhamento contínuo. Reforçámos o apoio pós-entrega, com suporte técnico, esclarecimentos sobre manutenção e ajuda na gestão de garantias, criando uma relação de longo prazo. Que peso passou a ter o segmento corporate na vossa operação? E que desafios legais e fiscais encontrou esse público? O segmento corporate passou a ter um peso crescente na nossa operação. As empresas portuguesas têm acelerado a renovação das suas frotas com veículos híbridos e elétricos, motivadas pela sustentabilidade, pela redução do custo total de utilização e pelos benefícios fiscais associados. Ainda assim, este público enfrenta desafios específicos, como a complexidade das regras fiscais aplicáveis ao tipo de veículo e emissões, os limites legais que condicionam a dedução de IVA e a isenção de tributação autónoma, e a necessidade de infraestrutura de carregamento adequada para garantir a eficiência operacional. Em 2025, quais foram as regiões do país que mais cresceram em procura de importação? E as ilhas continuam a ser uma oportunidade estratégica? Sem dúvida que houve uma maior procura de importação por parte das ilhas e do centro e sul de Portugal. Cada vez mais há uma maior procura por todo o país, o que reflete a evolução da nossa empresa a nível nacional. Qual foi o erro, obstáculo ou momento difícil que mais vos ensinou em 2025 e que mudança concreta resultou disso? O maior desafio da ANFILAcar em 2025 foi a gestão do aumento repentino da procura por veículos híbridos e elétricos, que em alguns períodos sobrecarregou a logística, principalmente o aumento de empresas no final do ano. Este momento ensinou-nos a importância de planear e antecipar a procura, reforçando processos internos de importação e comunicação com os clientes. A mudança concreta resultante foi a implementação de um sistema de gestão mais ágil e previsível, que nos permite responder rapidamente às flutuações do mercado, garantindo prazos de entrega mais curtos e maior satisfação do cliente. Que tendências acreditam que vão marcar o próximo ano? Prevemos estabilização dos preços, reforço da mobilidade elétrica, maior digitalização dos processos, aumento da procura por carros com autonomia superior e uma ANFILACAR ainda mais focada em transparência, tecnologia e eficiência na entrega. Morada: Praceta Amândio Ferreira Pinto, nº 29, Gualtar – 4710-074 Braga Contactos: +351 253 781 643 | +351 912 343 090 Email: info@anfilacar.com Facebook: Anfilacar Instagram: @anfilacar www.anfilacar.com Ana Azevedo lançou a Digital Care a agência de marketing digital especializada em saúde e bem-estar Este Natal a Corriqueijo conta histórias de pequenos produtores em tábuas e cabazes com rosto
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