SAÚDE/Saúde Infantil Há 10 anos, esta healthtech de Braga mudou a forma como se consome saúde em Portugal By Revista Spot | Julho 31, 2025 Agosto 2, 2025 Share Tweet Share Pin Email Há 10 anos, numa altura em que falar de healthtech em Portugal ainda parecia ficção científica, dois empreendedores de Braga lançaram uma ideia simples, mas visionária: tornar o acesso à saúde mais rápido, mais próximo e mais inteligente. Nascia a MipMed e com ela, uma nova forma de consumir saúde. Num país onde o setor ainda era dominado por processos morosos, cadeias opacas e distância entre quem precisa e quem fornece, Miguel Portela e Pedro Fonseca ousaram criar um ecossistema centrado na confiança, na curadoria clínica e na tecnologia com rosto humano. Hoje, a MipMed é muito mais do que uma loja: é um hub de soluções que chega a aldeias sem farmácia, responde a clínicas urbanas de alta rotação e dá ferramentas a cuidadores que, em casa, fazem a diferença todos os dias. Esta é a história de uma década que ajudou a transformar o acesso à saúde em Portugal com propósito. Miguel e Pedro, a MipMed celebra agora 10 anos de história. Como descreveriam a evolução da empresa até se tornar este hub nacional de inovação em saúde e bem-estar? Pedro: A MipMed nasceu de uma inquietação partilhada: a de tornar mais acessível e fiável a aquisição de produtos de saúde, tanto para profissionais como para famílias. Começámos com uma estrutura pequena, muito trabalho manual, e uma clara obsessão por resolver problemas, tanto dos nossos clientes, como dos nossos parceiros e, por vezes, do próprio mercado. Miguel: Ao longo destes 10 anos, a evolução foi orgânica mas firme. Apostámos desde cedo numa plataforma online que funcionasse como ponto de encontro entre tecnologia, proximidade humana e rigor clínico. Não foi apenas uma questão de aumentar o número de referências, embora hoje tenhamos de facto mais de 3000 produtos, mas sobretudo de garantir que cada produto responde a uma necessidade concreta, com qualidade validada e logística fiável. O nosso crescimento acompanhou mudanças profundas na forma como se consome saúde em Portugal: da digitalização das clínicas à autonomização dos consumidores, passando pela exigência de entregas rápidas e por um foco crescente na prevenção. Neste contexto, a MIPMED foi sempre ajustando o seu papel: de fornecedor para facilitador, de loja para parceiro. Pedro: Ao longo de toda a jornada, mantivemo-nos fiéis a valores que nunca comprometeríamos: ética, escuta ativa, responsabilidade social e compromisso com a excelência. E talvez o mais importante: nunca perdemos o gosto em fazer bem. A MIPMED não é só um projeto empresarial, é uma extensão dos nossos valores enquanto pessoas. Na era da entrega rápida e da experiência zero atrito, o vosso serviço logístico é notavelmente eficiente. Neste momento já se tornou uma espécie de fulfillment especializado em healthtech para outras marcas ou clínicas? Pedro: A logística sempre foi uma das áreas mais desafiantes, e talvez menos visíveis, da nossa operação. Desde o início, percebemos que não bastava ter bons produtos. Era preciso garantir que chegavam depressa, bem acondicionados, com informação clara e, idealmente, com o menor atrito possível para quem está do outro lado. Esta atenção ao detalhe logístico tornou-se parte da nossa identidade e foi sendo afinada ao longo dos anos, até se transformar num dos nossos maiores ativos. Miguel: Hoje, muito mais do que uma loja online, somos de facto um parceiro de backoffice logístico para muitos profissionais de saúde, clínicas e até marcas. Há fornecedores que confiam na nossa operação para fazer chegar os seus produtos a nichos clínicos exigentes. E há clínicas que nos consideram uma extensão da sua própria estrutura, porque sabem que podem confiar em nós para entregar, reabastecer, adaptar prazos e antecipar necessidades. Chamemos-lhe fulfillment ou operação integrada, o que é certo é que desenvolvemos uma logística especializada em healthtech, centrada na agilidade, no controlo de qualidade e na previsibilidade. E tudo isto com um pé na tecnologia e outro na relação humana. Isso é raro e é certamente um dos fatores que nos distingue. Têm uma presença sólida junto de médicos e clínicas, mas também têm vindo a ganhar a confiança de consumidores finais. Como gerem esta dualidade B2B e B2C num setor onde a linguagem, os riscos e a responsabilidade são tão distintos? Pedro: Gerir esta dualidade foi, desde cedo, um dos maiores desafios e, ao mesmo tempo, uma das nossas maiores oportunidades. Trabalhar com profissionais de saúde exige precisão, rigor técnico e fiabilidade absoluta. Já trabalhar com o público em geral pede clareza, empatia e uma capacidade de traduzir a complexidade clínica numa linguagem acessível e segura. Miguel: O segredo está em não confundir as abordagens. Para o canal profissional (B2B), construímos um ecossistema baseado na confiança técnica, no conhecimento profundo das especialidades médicas e numa logística ajustada aos contextos clínicos. Falamos a linguagem dos médicos e terapeutas, escutamos as suas necessidades reais e ajustamos a curadoria dos produtos com base na evidência e na prática. Pedro: Por outro lado, no canal consumidor (B2C), investimos fortemente na pedagogia e na proximidade. Sabemos que muitos clientes procuram soluções para o cuidado de um familiar, para a recuperação em casa ou para melhorar o seu bem-estar. A nossa missão aí é orientar, não vender. É explicar, não impressionar. Temos equipas e canais distintos, mas uma cultura comum: seja com um hospital ou com uma mãe que cuida do filho em casa, queremos que todos sintam que estão a ser bem acompanhados. E é isso que nos permite ser relevantes nos dois mundos. A MipMed tornou-se uma referência entre profissionais de diversas especialidades médicas, desde médicos de família a fisioterapeutas, pediatras, oftalmologistas, osteopatas e esteticistas. Como garantem a curadoria e credibilidade dos vossos produtos para cada área? Miguel: A diversidade de especialidades com que trabalhamos obriga-nos a uma curadoria particularmente exigente. Não basta ter bons produtos. É preciso que sejam os mais adequados para o contexto clínico, técnico e até ético de quem os utiliza. A confiança que conquistámos junto de médicos e terapeutas de áreas tão distintas não surgiu por acaso. Foi construída com escuta ativa, estudo permanente e validação rigorosa. Internamente, temos um processo contínuo de triagem e validação que envolve três dimensões: análise técnica, feedback clínico e experiência do utilizador. Antes de um produto entrar no nosso portefólio, avaliamos não só a conformidade regulatória e a qualidade da marca, mas também a evidência prática do seu uso e a sua aceitação entre profissionais. Sempre que possível, testamos com parceiros de confiança de diferentes áreas, desde médicos, fisioterapeutas ou profissionais de estética, para garantir que aquele produto tem uma razão de existir na nossa loja. Pedro: Mantemos canais de contacto direto com os nossos clientes profissionais. São eles que, muitas vezes, nos desafiam a procurar novas soluções, nos alertam para lacunas no mercado e validam a utilidade de produtos que, de outra forma, nos escapariam. Esse diálogo permanente é uma das chaves da nossa curadoria. Se conseguimos hoje servir bem públicos tão distintos, é porque escolhemos crescer sem perder o critério. E isso só é possível com uma cultura que valoriza o conhecimento e a responsabilidade acima da simples rotatividade de stock. Estão a considerar desenvolver ou licenciar mais produtos próprios com base em dados de comportamento dos vossos clientes e parceiros? A MipMed poderá transformar-se numa marca com soluções próprias, além da curadoria? Miguel: Sim, essa possibilidade já não é apenas uma ideia distante, é um caminho que começámos a traçar. A nossa experiência diária com milhares de profissionais e consumidores dá-nos acesso a um conhecimento muito valioso, ou seja, percebemos onde estão as falhas no mercado, o que os profissionais procuram e não encontram, e onde os utilizadores finais se sentem mal servidos. E com esse conhecimento, torna-se quase natural querer intervir mais diretamente na criação de soluções. Pedro: Já temos alguns produtos de marca própria e estamos a estudar outros, sempre com base numa lógica muito simples: só lançamos algo se pudermos melhorar efetivamente a oferta existente, seja em termos de qualidade, preço, sustentabilidade ou funcionalidade. Não nos interessa criar “mais do mesmo” com um logotipo diferente. Interessa-nos contribuir com valor real. Miguel: Além disso, não vemos a nossa marca própria como uma alternativa à curadoria que fazemos, mas sim como um complemento. Acreditamos que podemos manter uma lógica de multimarcas, com curadoria exigente, e ao mesmo tempo oferecer soluções MIPMED onde sentimos que faz sentido intervir. E esse equilíbrio será sempre gerido com os mesmos valores que nos guiaram até aqui: responsabilidade, rigor e sentido de missão. O futuro da MIPMED irá continuar a passar, sim, por ser criadora, mas nunca deixará de ser cuidadora. Com o crescimento exponencial da saúde domiciliária, autocuidado e envelhecimento ativo, de que forma a MipMed se posiciona para responder a estas novas realidades? Produtos de geriatria, enfermagem e fisioterapia ganham cada vez mais protagonismo? Pedro: Sim, e de forma muito clara. A mudança demográfica e cultural que estamos a viver, com o envelhecimento da população, a pressão sobre os serviços de saúde e a valorização da autonomia, tornou a saúde domiciliária numa realidade incontornável. E nós temos procurado estar na linha da frente dessa transformação, antecipando necessidades e facilitando o acesso a produtos que promovem independência, conforto e segurança em casa. Hoje temos uma gama muito robusta nas áreas de geriatria, enfermagem e fisioterapia, com soluções pensadas tanto para cuidadores profissionais como para familiares que assumem esse papel. Cadeiras de rodas, camas articuladas, auxiliares de marcha, produtos para incontinência, material de penso e equipamentos de reabilitação leve são apenas alguns exemplos. Mas o mais importante não é o número de referências, mas sim a sua utilidade real no contexto domiciliário. Miguel: Além disso, acreditamos profundamente no valor do autocuidado, não apenas como tendência de consumo, mas como forma de devolver dignidade e bem-estar às pessoas. Quando alguém consegue fazer um penso em casa com segurança, ou usar um TENS portátil para aliviar dores crónicas, isso tem um impacto direto na qualidade de vida, e é isso que nos move. Pedro: A nossa missão, neste contexto, é dupla: fornecer os produtos certos e capacitar quem cuida. Por isso damos muita atenção à clareza da informação, à simplicidade de utilização e ao acompanhamento pós-venda. O futuro da saúde domiciliária está em crescimento e nós queremos ser parte ativa dessa construção. Portugal tem assistido à crescente importância da saúde preventiva e do bem-estar integral. As vossas categorias de desporto, nutrição, ortopedia e produtos para performance física refletem esta mudança no perfil dos consumidores e profissionais? Miguel: Sem dúvida. Há uma transformação profunda na forma como as pessoas e os próprios profissionais de saúde encaram a saúde. Já não se trata apenas de tratar doenças, mas de prevenir, manter e potenciar o bem-estar físico e mental ao longo da vida. E isso tem impacto direto na forma como construímos o nosso portefólio. Pedro: As nossas categorias de desporto, ortopedia, recuperação muscular, nutrição funcional e performance física cresceram substancialmente nos últimos anos. E cresceram não por moda, mas porque refletem uma procura real, tanto de pessoas que cuidam do seu corpo com disciplina e consciência, como de fisioterapeutas, treinadores, nutricionistas e outros profissionais que querem ferramentas adequadas para os seus pacientes e atletas. Hoje vendemos desde bandas elásticas a pressoterapia, de suplementos clínicos a rolos miofasciais, de TENS a ortóteses específicas. E em todos os casos, o que nos interessa não é apenas a inovação, mas a aplicabilidade real, ou seja, saber que aquele produto vai ajudar alguém a recuperar mais depressa, a dormir melhor, a treinar com segurança ou simplesmente a manter-se ativo por mais tempo. Miguel: Sem dúvida que este novo paradigma da saúde preventiva e do bem-estar integral veio para ficar. E nós, MIPMED, queremos continuar a ser um aliado nesta mudança de mentalidade, onde a saúde não é um destino, mas um caminho que se faz todos os dias. A vossa gama de produtos para pediatria e saúde familiar destaca-se pelo enfoque na segurança, inovação e acessibilidade. Que critérios norteiam a escolha de soluções pediátricas e como veem o papel dos pais e cuidadores como agentes ativos no cuidado infantil? Pedro: A pediatria é, para nós, uma das áreas mais sensíveis e exigentes, não apenas pelo grau de responsabilidade, mas também pela relação emocional que envolve. Quando um pai ou uma mãe nos procura, o que está em causa não é só um produto, é o bem-estar de uma criança, o alívio de uma preocupação, a confiança num gesto de cuidado. E é com esse respeito profundo que estruturamos toda a nossa oferta pediátrica. Miguel: Os critérios que seguimos são claros: segurança clínica, simplicidade de uso, evidência de eficácia e acessibilidade económica. Trabalhamos apenas com marcas e produtos que cumprem normas rigorosas e que oferecem confiança tanto ao profissional como à família. Testamos tudo, comparamos alternativas e, sempre que possível, escolhemos soluções que aliem inovação tecnológica a uma utilização intuitiva, porque sabemos que, muitas vezes, quem cuida está em contexto de stress, cansaço ou urgência. Pedro: Também acreditamos fortemente no papel ativo dos pais e cuidadores. O mundo da saúde infantil mudou. Os cuidadores estão mais informados, mais atentos e mais disponíveis para assumir parte do processo de vigilância e intervenção precoce. E isso é uma excelente notícia. A MIPMED procura ser, nesse contexto, uma aliada. Não substituímos o médico, mas ajudamos a criar pontes entre a consulta e o dia a dia da criança, com soluções práticas, bem explicadas e pensadas para quem cuida com amor, mas também com dúvidas. Queremos que cada família sinta que tem nas mãos ferramentas seguras para cuidar com confiança. E que o cuidado infantil, mesmo quando exige tecnologia, nunca perca o seu lado mais humano. A saúde estética e o bem-estar emocional têm vindo a ganhar espaço no vosso portefólio. Acreditam que o futuro da saúde será cada vez mais interdisciplinar, integrando corpo, mente e imagem? Miguel: Acreditamos cada vez mais nessa visão integrada da saúde, e temos vindo a ajustá-la na prática, com a ampliação do nosso portefólio para áreas como estética funcional, tecnologias de regeneração, crioterapia e pressoterapia. Não se trata de entrar no mundo da estética superficial, mas sim de reconhecer que a forma como nos sentimos no corpo tem impacto direto no nosso bem-estar emocional e funcional. Hoje, profissionais como fisioterapeutas, osteopatas, enfermeiros estéticos ou terapeutas integrativos estão a trabalhar de forma muito mais colaborativa. Já não há fronteiras rígidas entre o que é saúde “médica” e saúde “emocional”. O que vemos, na prática, é que cada vez mais pessoas procuram soluções que unam eficácia clínica, conforto físico e autoconfiança. Pedro: E essa é uma tendência que está para ficar. É por isso que acreditamos que o futuro da saúde será inevitavelmente interdisciplinar e centrado na pessoa como um todo. A MIPMED posiciona-se para dar resposta a esse paradigma, com equipamentos que cruzam áreas, com produtos que servem tanto o terapeuta como o cliente final, e com uma abordagem que vê a saúde não apenas como ausência de doença, mas como presença de vitalidade, equilíbrio e autoestima. Miguel: Integrar corpo, mente e imagem não é luxo, é visão holística. E queremos continuar a ser parceiros dos profissionais e utilizadores que acreditam nesse caminho. O acesso à saúde em Portugal ainda é desigual, há zonas do interior sem acesso fácil a determinados produtos ou terapias. Que impacto social a MipMed pretende ter? Há planos para parcerias com IPSS, hospitais públicos, ou projetos de literacia em saúde digital? Pedro: Temos plena consciência de que, apesar dos avanços, o acesso à saúde em Portugal continua marcado por desigualdades geográficas, sociais e digitais. Há zonas do país onde certos produtos demoram a chegar, onde terapias inovadoras não são sequer conhecidas, e onde o isolamento (físico e informacional) prejudica o acompanhamento adequado. E é precisamente aqui que sentimos que podemos, e devemos, ter um papel transformador. Miguel: O nosso modelo online, com logística própria e cobertura nacional, permite-nos fazer chegar rapidamente soluções de saúde a locais onde antes havia escassez ou dependência de intermediários. Já tivemos encomendas para aldeias onde não há farmácia ou clínica próxima, e onde o nosso serviço representa, literalmente, acesso. Mas não queremos ficar por aí. Estamos a desenvolver parcerias com IPSS, clínicas sociais e instituições de solidariedade que nos permitem canalizar produtos essenciais para quem mais precisa, de forma sustentável e continuada. Também temos vindo a apoiar profissionais em contextos de missão ou prática solidária, e estamos abertos a expandir esse impacto com responsabilidade. Pedro: Outro eixo que consideramos essencial é a literacia em saúde digital. Muitos dos nossos clientes ainda nos contactam por telefone porque não dominam ferramentas online, e isso exige de nós paciência, clareza e pedagogia. Não vendemos apenas produtos, ajudamos pessoas a navegar no mundo digital da saúde, com o cuidado de quem sabe que do outro lado pode estar alguém frágil, cuidador ou perdido no sistema. Acreditamos que a equidade no acesso à saúde passa tanto por logística como por empatia. E o nosso impacto social será tão maior quanto conseguirmos alinhar tecnologia com proximidade humana. Como imaginam a MipMed nos próximos 10 anos, numa realidade onde a saúde será cada vez mais híbrida, digital e centrada no utilizador? Miguel: Imaginamos a MIPMED como uma empresa ainda mais próxima das pessoas, não só pelo que entrega, mas pelo modo como escuta, acompanha e antecipa necessidades reais. Acreditamos que a saúde será cada vez mais híbrida, com serviços digitais e presenciais a coexistirem, com profissionais e utilizadores a partilharem o mesmo ecossistema de informação, e com a experiência de saúde a acontecer não apenas na clínica ou hospital, mas em casa, na escola, no trabalho… na vida. Nesse futuro, não seremos apenas uma loja de produtos de saúde. Seremos um hub de soluções inteligentes, capaz de integrar dados, sugerir produtos personalizados, dar suporte técnico e emocional, e funcionar como braço logístico e tecnológico para clínicas, cuidadores e utilizadores finais. Pedro: Prevemos também um reforço do nosso papel como marca, com produtos próprios desenhados a partir das reais necessidades dos nossos públicos, com mais investimento em usabilidade, acessibilidade e sustentabilidade. E queremos estar ainda mais ativos na criação de conteúdos e ferramentas que empoderem pessoas e profissionais a cuidarem com mais autonomia, segurança e conhecimento. Miguel: Nos próximos 10 anos, não queremos apenas acompanhar as transformações da saúde. Queremos contribuir para elas, com ética, tecnologia, inovação e humanidade. Se hoje já somos uma ponte entre a medicina e o dia a dia, amanhã queremos ser também catalisadores de um sistema de saúde mais justo, ágil e centrado em quem realmente importa: o ser humano. Para terminar, o que significa para vocês ver médicos e especialistas de todo o país a recomendarem e confiarem na MipMed? Como se sentem ao saber que, diariamente, estão a contribuir para diagnósticos mais precisos, terapias mais eficazes e vidas com mais qualidade? Pedro: É difícil colocar em palavras o que isso representa para nós. A confiança dos profissionais de saúde, muitos deles com décadas de experiência e exigência técnica elevadíssima, é talvez o maior reconhecimento que podíamos desejar. Porque sabemos que, quando um médico recomenda a MIPMED, não está apenas a falar de um site ou de uma encomenda. Está a confiar numa solução que vai fazer diferença na vida de alguém. E isso carrega um peso enorme, mas também um sentido de missão muito claro. Ao longo destes 10 anos, já recebemos mensagens de agradecimento que nos marcaram para sempre: de enfermeiras que conseguiram tratar um doente em casa porque recebemos o material a tempo, de mães que descobriram um produto que lhes deu tranquilidade, de fisioterapeutas que elogiaram o rigor e a rapidez do nosso serviço. Saber que, no meio do ruído digital, conseguimos criar uma marca que é sinónimo de confiança, cuidado e utilidade real… é isso que nos alimenta. Miguel: Contribuir para diagnósticos mais rápidos, terapias mais eficazes ou simplesmente para momentos de alívio e conforto é uma honra e, ao mesmo tempo, uma responsabilidade que nunca damos por garantida. A MIPMED não nasceu para ser “mais uma” loja. Nasceu para fazer parte do sistema de saúde de forma construtiva, próxima e ética. Se hoje olhamos para trás com orgulho, olhamos para a frente com ainda mais compromisso. Porque sabemos que a saúde, a verdadeira saúde, começa com confiança. E nada nos orgulha mais do que saber que a estamos a merecer, dia após dia. Loja: Rua de Barreiros, 74, 4715-166 Nogueira, Braga Armazém: Rua do Monte de S. Bento, lote 11 e 12, 4705-700 Fradelos, Braga Contacto: 253 257 148 Facebook: MIPMED Instagram: @ mipmed_ Loja online: www.mipmed.com “A velocidade da vida engole silêncios e atropela perguntas fundamentais” “Algumas técnicas de harmonização facial têm também uma função terapêutica importante, aliviando desconfortos como o bruxismo ou sorriso gengival”
SAÚDE ORAL “A ortodontia não se resume ao que se vê no espelho, mas a tudo aquilo que muda na vida das pessoas” Um sorriso pode ser a parte mais visível do tratamento, mas raramente conta a história toda. Em ortodontia, aquilo que…
OTORRINOLARINOLOGIA “Não existe um nariz ideal, existe o nariz certo para cada rosto” O nariz raramente é neutro. Pode ser a estrutura que mais incomoda ao espelho, mas também aquela que mais se…
OTORRINOLARINOLOGIA Protegido: “Respirar pela boca, ressonar ou viver com o nariz entupido não são hábitos, são sinais” Não existe excerto porque se trata de um artigo protegido.