SAÚDE DA MULHER “Como enfermeira obstetra, vi de perto a insegurança que muitas famílias sentiam ao regressarem a casa com um recém-nascido. Foi assim que nasceu O Vínculo” By Revista Spot | Junho 3, 2025 Junho 3, 2025 Share Tweet Share Pin Email Numa altura em que a parentalidade continua a ser marcada por idealizações e silêncios, nasceu O Vínculo, um projeto humano e transformador criado por Anita Costa, mãe, enfermeira especialista em saúde materna e obstétrica, e mulher atenta às reais necessidades das famílias. A semente foi lançada ainda durante o seu estágio, ao perceber que muitas mães regressavam a casa após o parto com dúvidas, receios e um sentimento de solidão num momento tão delicado. A ausência de apoio contínuo e individualizado, sobretudo na amamentação e nos cuidados ao recém-nascido, revelou-lhe uma falha na transição entre o hospital e o lar. Foi essa consciência que a motivou a criar uma resposta mais próxima, empática e baseada na evidência científica. Fundado em 2020, O Vínculo acompanha famílias com escuta ativa, respeito pela sua singularidade e um cuidado que vai muito além do técnico, sendo, acima de tudo, um verdadeiro abraço profissional no momento mais vulnerável da vida. Anita, como nasceu o projeto O Vínculo e o que é que a motivou, enquanto mãe e enfermeira especialista, a criar este acompanhamento tão próximo e humano às famílias? O projeto O Vínculo nasceu ainda durante o meu estágio na área da enfermagem de saúde materna e obstétrica, num momento de grande tomada de consciência. Percebi que, após a alta hospitalar, muitos casais regressavam a casa com dúvidas, inseguranças e, sobretudo, uma grande necessidade de apoio, especialmente no que diz respeito à amamentação e aos cuidados ao recém-nascido. Mesmo quando havia uma intenção clara de amamentar, era frequente encontrar receios, medo de falhar e uma sensação de solidão nesta fase tão sensível. A falta de acompanhamento contínuo e personalizado fazia-se sentir. Foi essa realidade que me despertou para a urgência de criar uma resposta mais humana, próxima e individualizada. E assim nasceu O Vínculo – oficialmente fundado em 2020 – com a missão de estar verdadeiramente presente para as famílias, respeitando as suas particularidades e oferecendo um cuidado centrado na empatia, na escuta e na evidência científica. Desde então, tem sido profundamente gratificante ver crescer esta comunidade de famílias que confiam em mim num dos momentos mais transformadores das suas vidas. O objetivo de O Vínculo mantém-se inalterado: oferecer um acompanhamento que cuida, empodera e respeita, porque cada família merece ser acolhida na sua singularidade. Quais são as principais inseguranças ou questões trazidas pelas grávidas e de que forma o seu programa ajuda a dar resposta a essas preocupações? Durante a gravidez, é muito comum que surjam medos e dúvidas: os mais frequentes dizem respeito ao parto e à amamentação. Muitas grávidas partilham histórias de experiências difíceis, sobretudo relacionadas com a amamentação, o que acaba por gerar insegurança e receio de não conseguirem alimentar os seus bebés como desejam. É nesse contexto que muitos casais me procuram, em busca de preparação, esclarecimento e apoio. O programa de preparação para o parto e parentalidade que desenvolvi com O Vínculo foi pensado exatamente para responder a estas preocupações. Vai muito além do modelo tradicional, pois tem como base a escuta ativa, a personalização e o empoderamento real do casal. Preparamos juntos o momento do nascimento, não só com informação baseada na evidência científica, mas também com estratégias práticas para lidar com o medo, com a dor das contrações e com a imprevisibilidade do trabalho de parto. O objetivo é que a mulher e o seu companheiro ou companheira se sintam informados, confiantes e capazes de fazer escolhas conscientes. Além do parto, dedicamos uma parte significativa do programa à amamentação. Apesar de ser um tema sensível e muitas vezes permeado por crenças e experiências negativas, acreditamos que o conhecimento transforma. Explicamos a fisiologia da amamentação, o comportamento esperado do bebé nas primeiras horas e semanas e fornecemos ferramentas práticas para lidar com os principais desafios iniciais. Este conhecimento reduz significativamente a ansiedade e contribui para uma experiência mais positiva. Outro aspeto essencial, é o reforço da importância de uma rede de apoio no pós-parto, porque a parentalidade não se vive em isolamento e o bem-estar da mãe, do bebé e da família dependem também do suporte emocional e logístico que os rodeia. No fundo, este programa pretende ser um espaço seguro e informativo, onde cada casal se sente acolhido, compreendido e preparado para viver esta fase tão transformadora com mais tranquilidade, confiança e vínculo. Em que consiste exatamente um plano de parto e por que razão considera tão importante que este seja construído em conjunto com a mulher e a sua família? O plano de parto é um documento que reflete as preferências, expectativas e escolhas da mulher (e do casal) para o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato. Idealmente, é construído com o apoio de um profissional de saúde com formação específica na área – como uma enfermeira especialista em saúde materna e obstétrica – que possa informar, esclarecer e orientar cada decisão com base na evidência científica e no respeito pela fisiologia do parto. Este plano pode incluir aspetos como: quem a mulher deseja ter ao seu lado como acompanhante significativo; estratégias preferidas para o alívio da dor (naturais, farmacológicas ou ambas); a sua posição quanto ao tipo de parto (por exemplo, preferência por parto natural ou com analgesia epidural); aceitação ou recusa de intervenções como a amniotomia ou episiotomia; decisões sobre os primeiros cuidados ao bebé, como o contacto pele a pele imediato, amamentação na primeira hora de vida ou quem corta o cordão umbilical. Mais do que um simples registo, o plano de parto é um instrumento de autonomia e de humanização do nascimento. É uma forma de a mulher ser reconhecida como protagonista do seu parto, com direito a participar ativamente nas decisões sobre o seu corpo e o nascimento do seu bebé. Além disso, promove uma comunicação mais clara e eficaz entre a mulher, a sua família e os profissionais de saúde, permitindo alinhar expectativas e reduzir ansiedades. Quando bem elaborado e respeitado, o plano de parto contribui significativamente para uma experiência mais positiva, segura e respeitosa para todos os envolvidos. N’ O Vínculo, encorajo sempre que este plano seja construído com tempo, reflexão e diálogo, de forma a garantir que está alinhado com os valores, necessidades e contexto de cada família. Afinal, cada parto é único e deve ser vivido com conhecimento, liberdade e dignidade. Como é que o parceiro ou parceira pode ser incluído de forma ativa no processo de preparação para o parto e na adaptação à parentalidade? A inclusão ativa do parceiro ou parceira é essencial para fortalecer o vínculo familiar e garantir um suporte emocional consistente à mulher durante a gravidez, o parto e o pós-parto. A parentalidade é uma jornada partilhada, e quando ambos os membros do casal estão envolvidos desde o início, os benefícios são visíveis a vários níveis – na relação, no bem-estar da grávida e na adaptação à chegada do bebé. No programa de preparação para o parto e parentalidade que ofereço n’ O Vínculo, encorajo fortemente a presença do parceiro ou parceira em todas as sessões. A sua participação contribui para adquirir conhecimentos fundamentais sobre o trabalho de parto, amamentação, cuidados com o recém-nascido e, sobretudo, sobre o papel do apoio emocional contínuo, não só durante o parto, mas especialmente no período desafiante do pós-parto. Para além das sessões formais, recomendo também que o parceiro esteja presente em consultas ou exames sempre que possível, para compreender melhor o desenvolvimento do bebé e as necessidades da mulher grávida. Envolvê-lo na elaboração do plano de parto é outro passo importante: não só reforça o compromisso com os desejos da grávida, como promove o diálogo, o respeito mútuo e a tomada de decisões partilhadas. O envolvimento pode, e deve, estender-se também ao plano prático: ajudar a preparar a mala da maternidade, organizar o enxoval, planear a logística dos primeiros dias em casa. Estes gestos concretos fazem toda a diferença na vivência do casal e no início de uma parentalidade mais tranquila e harmoniosa. Quando o parceiro se sente incluído, informado e valorizado, é mais provável que a experiência do parto seja positiva e que a transição para o novo papel parental aconteça com mais segurança, conexão e afeto, para todos os elementos da família. O pós-parto ainda é um período envolto em silêncio e solidão para muitas mulheres. Que tipo de apoio considera essencial nesta fase? Sim, é verdade. O pós-parto continua a ser, para muitas mulheres, um período profundamente desafiante, marcado por uma grande transformação física, emocional e social, muitas vezes vivida em silêncio, com sentimentos de solidão ou até de culpa. Para que este início de vida em família seja mais harmonioso, é essencial que exista um plano de apoio estruturado, pensado ainda durante a gravidez. Gosto de sugerir que as famílias construam o seu plano de pós-parto, onde não só definem intenções e expectativas, mas também identificam pessoas ou recursos aos quais podem recorrer, consoante as suas necessidades: familiares, amigos, profissionais de saúde, apoio emocional ou logístico. O apoio nesta fase deve ser afetivo, prático, profissional e, sobretudo, contínuo. Deve envolver uma rede sólida – familiar, comunitária e técnica – que sustente o casal nos desafios diários, com empatia e competência. O papel de O Vínculo é precisamente esse: estar presente quando a família chega a casa, com um olhar atento às suas necessidades específicas. Cada família é única, e o cuidado que ofereço é sempre personalizado. Enquanto enfermeira especialista em saúde materna, posso apoiar em várias dimensões: Emocionalmente, através de escuta ativa, validação de sentimentos e apoio na adaptação à nova realidade; Clinicamente, com orientação sobre os cuidados pós-parto à mãe (como o cuidado do períneo, cicatrização de suturas ou sinais de alerta) e ao recém-nascido (banho, cuidados ao coto umbilical, leitura dos sinais do bebé); E, claro, na amamentação, que é muitas vezes o principal motivo de preocupação e frustração nos primeiros dias. N’ O Vínculo, ofereço apoio especializado e contínuo nesta área, com planos de acompanhamento ajustados às necessidades de cada casal, que vão desde sessões pontuais até programas de seguimento mais alargados. O essencial é que nenhuma mulher (ou casal) sinta que tem de passar por esta fase sozinha. O pós-parto precisa de ser cuidado com tanta atenção quanto o parto. E é esse cuidado, próximo e humano, que me comprometo a oferecer. A amamentação, muitas vezes idealizada, pode ser desafiante. Que tipo de acompanhamento oferece e quais os principais obstáculos que ajuda a ultrapassar? Sim, a amamentação é frequentemente idealizada ainda durante a gravidez, mas quando chega o momento, muitas famílias deparam-se com desafios que não estavam à espera. É uma fase sensível, física e emocionalmente exigente, e pode gerar frustração se não houver apoio adequado. Na minha experiência, um dos principais obstáculos nos primeiros dias prende-se com a dor durante a amamentação, que pode estar associada a dificuldades na pega, posicionamento incorreto do bebé, ou outras condições específicas, como ingurgitamento, fissuras mamárias ou até uma avaliação incompleta da anatomia oral do bebé. O meu trabalho, enquanto enfermeira especialista e assessora de lactação, centra-se em oferecer apoio técnico, prático e emocional à mãe e ao casal. Através da observação cuidadosa e de orientações baseadas na evidência científica, ajudo a identificar e corrigir o que possa estar a dificultar a amamentação, seja ajustando a posição do bebé, melhorando a pega ou sugerindo estratégias adaptadas à situação concreta daquela díade. Este acompanhamento pode acontecer de forma presencial, ao domicílio, ou online, permitindo uma resposta acessível e atempada às dúvidas e dificuldades que surgem, muitas vezes, fora do horário tradicional de consultas. N’ O Vínculo, disponibilizo várias modalidades de acompanhamento, desde sessões pontuais até planos de apoio contínuo, para que cada casal possa escolher a opção que melhor se adapta às suas necessidades, disponibilidade e realidade familiar. Mais do que “salvar a amamentação”, o meu objetivo é devolver à mãe a confiança no seu corpo e no seu bebé, promovendo uma experiência mais positiva, informada e livre de julgamentos. Como enfermeira ao domicílio e online, que sinais costuma identificar que indicam que uma mãe ou família pode precisar de apoio mais especializado, nomeadamente a nível emocional? O pós-parto é um período profundamente transformador, marcado por alterações hormonais intensas que têm impacto direto no estado emocional da mãe. Estas flutuações são naturais e fazem parte da adaptação ao novo papel, contribuindo até para o estabelecimento do vínculo com o bebé. No entanto, em algumas situações, essas alterações podem intensificar-se e ultrapassar os limites daquilo que é considerado fisiológico. Durante o acompanhamento que faço, tanto presencialmente, no domicílio, como online, estou sempre atenta a sinais que possam indicar sofrimento emocional ou risco de perturbação da saúde mental materna. Há sinais subtis, mas importantes, como: tristeza persistente, choro frequente ou sensação de apatia; dificuldade em estabelecer vínculo com o bebé ou sensação de indiferença perante ele; ansiedade exacerbada, pensamentos negativos ou catastróficos; irritabilidade extrema, distúrbios de sono ou de apetite (para além do esperado); sentimentos de culpa ou inadequação constantes, mesmo perante sinais de que tudo está a correr bem. Estes sinais podem ser potenciados por fatores como uma fraca rede de apoio, uma experiência de parto traumática, dificuldades na amamentação, ou uma história prévia de ansiedade ou depressão. E é por isso que é tão importante falarmos sobre isto antes de o bebé nascer, para que a família esteja informada, vigilante e saiba que pedir ajuda é não só legítimo como necessário. Quando identifico sinais de alerta, faço o devido encaminhamento para profissionais de saúde mental com experiência em saúde perinatal. O meu papel não é substituir esse acompanhamento, mas sim estar próxima, escutar sem julgamento e agir com sensibilidade e responsabilidade. N’ O Vínculo, acredito que cuidar da saúde emocional da mãe é cuidar de toda a família. Porque o bem-estar psicológico no pós-parto é tão essencial quanto os cuidados físicos e precisa de ser visível, validado e acompanhado. Também é instrutora de massagem infantil. Quais são os principais benefícios dessa prática tanto para o bebé como para quem cuida? A massagem infantil é uma prática simples, mas profundamente transformadora, que vai muito além do toque físico: ela é, acima de tudo, uma linguagem de amor, escuta e conexão. Através de toques suaves, rítmicos e respeitadores, a massagem permite fortalecer o vínculo afetivo entre o bebé e quem cuida dele, promovendo momentos de presença plena, onde o foco está no olhar, na pele, na respiração e na comunicação não verbal. Os benefícios são múltiplos, tanto para o bebé como para o cuidador. Para o bebé, a massagem: fortalece o vínculo afetivo com quem cuida; contribui para um sono mais tranquilo e reparador; alivia desconfortos comuns, como cólicas ou obstipação; estimula o desenvolvimento neurológico e sensorial; reforça o sistema imunitário e melhora a circulação sanguínea. Para a mãe (ou outro cuidador), promove: uma ligação emocional mais profunda com o bebé; maior autoconfiança no toque e na leitura dos sinais do bebé; redução dos níveis de stress e dos sintomas associados ao pós-parto, como a ansiedade ou tristeza persistente; momentos de relaxamento e presença, fundamentais para cuidar de si enquanto cuida do outro. A massagem infantil é segura, acessível e pode ser iniciada logo nos primeiros dias de vida, desde que seja feita com suavidade e respeito pelo tempo e pelas reações do bebé. Nas sessões que facilito, ensino passo a passo cada manobra, mas também convido os cuidadores a sentirem e observarem, para que se sintam confiantes e ligados emocionalmente ao longo de toda a prática. É uma ferramenta simples que pode fazer uma diferença imensa, não só na saúde física do bebé, mas sobretudo na construção de uma relação segura, afetuosa e responsiva. Os seus workshops têm uma componente muito importante. Quais são as maiores ilusões ou mitos que os pais de primeira viagem trazem consigo e que tenta desconstruir com carinho? Nos workshops que dinamizo, procuro criar um espaço seguro e acolhedor, onde o conhecimento científico se cruza com a escuta ativa e a partilha de experiências reais. Para muitos pais de primeira viagem, esta é a primeira oportunidade de falar abertamente sobre os seus medos, dúvidas e expectativas e é natural que tragam consigo ideias idealizadas ou mitos enraizados culturalmente. Um dos principais mitos que tento desconstruir, com delicadeza e empatia, é a ideia de que instintivamente “saberão o que fazer”. A parentalidade é uma aprendizagem, e ninguém nasce ensinado. É preciso dar espaço ao erro, à dúvida e ao tempo de descoberta, sem culpas. Outro mito muito presente é o de que a amamentação “deveria ser natural e fácil”,quando na verdade, embora seja fisiológica, muitas vezes requer informação, prática e apoio especializado para ser bem-sucedida e prazerosa. Também abordamos frequentemente a ideia de que “o bebé só chora se tiver fome”, desmistificando esta visão redutora e explicando que o choro é uma forma de comunicação ampla, que pode traduzir cansaço, necessidade de colo, sobrecarga sensorial ou simplesmente vontade de estar próximo. Acredito que, mais do que transmitir teorias, o meu papel é ajudar os pais a filtrarem a informação, a fazerem escolhas conscientes e alinhadas com os seus valores e a sentirem-se mais confiantes para viverem a sua parentalidade de forma informada, intuitiva e única. Porque cada família tem a sua história, e cada bebé traz novos desafios e aprendizagens. Os workshops d’O Vínculo existem precisamente para apoiar esse caminho, com base científica, sim, mas também com muito coração. Que mensagem gostaria de deixar às futuras mães e pais que estão a dar os primeiros passos nesta jornada e que, por vezes, se sentem inseguros ou sobrecarregados? A chegada de um filho é um momento profundamente marcante e, inevitavelmente, traz consigo tanto encantamento como incertezas. É natural sentirem-se inseguros ou sobrecarregados. A maternidade e a parentalidade não são caminhos lineares, e não existe um “manual perfeito” para seguir. A minha mensagem é simples, mas essencial: preparem-se, sim, com informação e com amor. Invistam na preparação para o parto e para a amamentação, mas não deixem que o pós-parto fique esquecido. Planeiem, com consciência, quem vos poderá apoiar nesse tempo sensível. Falem sobre expectativas, medos e necessidades. Criem um plano pós-parto, pensem em rede e permitam-se pedir ajuda, isso não é sinal de fraqueza, é sinal de maturidade e de cuidado. Escolham profissionais em quem confiem, que respeitem as vossas escolhas, que promovam práticas baseadas em evidência e que estejam disponíveis para continuar presentes após o nascimento. E, acima de tudo, lembrem-se: vocês não têm de saber tudo desde o início. A parentalidade constrói-se com presença, escuta e disponibilidade, para o bebé, mas também para vocês próprios enquanto pessoas e enquanto casal. N’ O Vínculo, é isso que procuramos cultivar: um espaço onde cada família se sinta vista, apoiada e acompanhada com conhecimento, respeito e humanidade. Estão a começar uma jornada única. E não têm de a fazer sozinhos. Instagram: @o.vinculo Marcações: https://linktr.ee/o.vinculo “E se tratássemos a saúde mental com a mesma urgência com que tratamos a saúde física? Faltam pontes entre psicólogos, médicos, psiquiatras, terapeutas e a comunidade” “Embora confundido com excesso de peso ou celulite, o lipedema é uma doença crónica que afeta milhares de mulheres”
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