Medicina Estética “O conceito de protocolo padrão tende a desaparecer em medicina estética, porque cada rosto envelhece de forma única” By Revista Spot | Julho 22, 2025 Julho 22, 2025 Share Tweet Share Pin Email Vivemos num tempo em que a beleza deixou de ser uma fórmula única para se transformar numa expressão genuína da nossa história pessoal. Na medicina estética contemporânea, o velho paradigma dos “protocolos padrão” dá lugar a uma abordagem que reconhece a singularidade de cada rosto, traço e cicatriz do tempo, porque o envelhecimento não é igual para ninguém. Jorge Luís Navarro, médico de medicina estética, convida-nos a olhar para esta área como um diálogo profundo entre corpo, mente e emoções, onde o objetivo não é esconder, mas revelar o que há de mais autêntico em cada pessoa. Simultaneamente, assistimos a um despertar coletivo para a prevenção e a literacia em saúde da pele. Nesta entrevista, mergulhamos no estado da arte que alia ciência e sensibilidade e que, acima de tudo, respeita o tempo de cada organismo. De que forma o seu percurso em medicina geral e familiar enriquece o seu trabalho em medicina estética, particularmente no planeamento e acompanhamento dos pacientes? Enriquece bastante. A minha formação de base foi feita em Cuba, com foco inicial em medicina interna. Quando cheguei a Portugal, completei a especialidade em medicina geral e familiar, o que ampliou muito a minha visão clínica. Essa abordagem permite-me olhar para cada paciente de forma global, como um todo e não apenas como alguém que procura uma melhoria estética pontual. Em medicina estética, é essencial compreender que por trás de cada queixa estética pode haver questões físicas, emocionais ou até patológicas. Como médicos, independentemente da área de atuação, temos sempre um paciente à nossa frente, alguém com dúvidas, expectativas, histórias e, por vezes, inseguranças. A minha formação permite-me fazer uma avaliação completa, identificar sinais de alerta, orientar para outras especialidades, se necessário, e garantir que o tratamento estético é seguro, ético e adequado à realidade de cada pessoa. O que mudou na forma como tratamos a pele nos últimos anos, não apenas em termos de tecnologia, mas também nos cuidados pessoais? Ao longo dos últimos anos tem havido uma verdadeira mudança de paradigma. Hoje, existe maior consciência sobre a importância da prevenção, dos hábitos de vida saudáveis e da literacia em saúde da pele. As pessoas estão mais informadas, procuram orientação médica e já compreendem que cuidar da pele vai muito além da cosmética, envolve fotoproteção, hidratação, alimentação equilibrada, sono e cessação tabágica. Lembro-me de que, nas décadas de 80 e 90, o discurso era outro: usavam-se óleos para bronzear ao máximo, sem noção dos danos provocados pela radiação solar. Hoje falamos de fotoproteção diária, mesmo em dias nublados, e há maior preocupação com o envelhecimento precoce e com o risco de cancro cutâneo. A dermatologia e a medicina estética têm vindo a trabalhar em conjunto na promoção de informação, e mesmo nas escolas já se começa a falar sobre proteção solar e autocuidados desde cedo. Ainda há desinformação, claro, especialmente nas redes sociais, mas é evidente que a literacia tem vindo a crescer. Além do Endolaser, utiliza também a tecnologia Exion 4 em 1. Quais são as principais diferenças e indicações entre estas abordagens? São tecnologias distintas, com princípios e indicações específicas, embora ambas visem a regeneração da pele e a melhoria da flacidez. O Endolaser é um laser subdérmico (também conhecido como laser intersticial), que utiliza uma fibra ótica inserida sob a pele, promovendo uma estimulação térmica controlada diretamente nas camadas mais profundas da derme. O seu efeito é muito eficaz no tratamento da flacidez avançada, especialmente em zonas como o terço inferior da face e o pescoço, com resultados visíveis e próximos de uma intervenção cirúrgica, mas sem cortes. Já o Exion é uma plataforma tecnológica avançada, com diferentes aplicadores. O mais utilizado na face combina radiofrequência monopolar com microneedling (microagulhamento), potenciando a regeneração do colagénio, a elasticidade da pele e o efeito tensor, muitas vezes referido como “efeito lifting”, embora lifting seja tecnicamente um termo cirúrgico. A grande vantagem do Exion é ser minimamente invasivo, com tempos de recuperação mais curtos, ideal para pacientes com sinais moderados de flacidez ou que desejam intervenções mais suaves e progressivas. Ambas as tecnologias podem ser complementares, dependendo das necessidades e expectativas do paciente. O que procuramos é sempre personalizar o tratamento, respeitando a fisiologia da pele e promovendo resultados naturais e duradouros. Trabalha com técnicas de bioestimulação e regeneração tecidular. Quais são os principais benefícios destas abordagens e em que situações as recomenda? A bioestimulação é, por assim dizer, a “ginástica da pele”. Gosto de fazer esta analogia porque ilustra bem o seu princípio: tal como acontece com o exercício físico regular, os resultados da bioestimulação são progressivos, duradouros e dependem da consistência. Não é um tratamento de efeito imediato, mas sim uma estratégia que aposta na melhoria da qualidade da pele a médio e longo prazo. Existem diferentes formas de estimular a pele: através de substâncias injetáveis, como o ácido poli-L-láctico ou a hidroxiapatita de cálcio, que induzem a produção de colagénio, ou com tecnologias que utilizam calor, como a radiofrequência, o ultrassom microfocado (HIFU) ou o laser, que ativam os fibroblastos e promovem a regeneração tecidular. O grande benefício destas abordagens é que atuam de forma natural, melhorando a firmeza, elasticidade, textura e luminosidade da pele, sem alterar os volumes faciais. São particularmente indicadas em casos de flacidez cutânea ligeira a moderada, pele desvitalizada, rugas finas e perda de densidade dérmica, especialmente em pacientes que procuram resultados subtis, progressivos e sem recorrer à cirurgia. A região periocular é um desafio estético comum. Quais são hoje os tratamentos mais eficazes para olheiras, rugas finas e flacidez nesta zona, evitando a cirurgia? A zona periocular exige uma abordagem cuidadosa e personalizada, pois trata-se de uma área com pele muito fina, vascularizada e em constante movimento. É também uma das primeiras a revelar sinais de envelhecimento, e por isso concentra muitas das queixas dos pacientes, desde olheiras pigmentadas a rugas finas e flacidez palpebral. Para o tratamento das rugas finas e da flacidez, os lasers fracionados ablativos, como o CO₂, continuam a ser uma referência. São altamente eficazes na estimulação do colagénio e na retração da pele, proporcionando resultados visíveis após uma ou poucas sessões. No entanto, implicam um tempo de recuperação maior e devem ser realizados por profissionais experientes, dada a sensibilidade da área. Para opções menos invasivas, a radiofrequência fracionada com microagulhamento (como a tecnologia Exion ou Morpheus8) oferece excelentes resultados, promovendo a contração das fibras de colagénio e a renovação celular com um tempo de recuperação reduzido. Já o HIFU (ultrassons microfocados) atua nas camadas mais profundas da pele, proporcionando um efeito tensor subtil, mas eficaz, especialmente em casos de ligeira ptose palpebral. Nos casos de olheiras, as abordagens variam conforme a causa: quando há pigmentação, opta-se por peelings específicos, laser ou despigmentantes tópicos; quando há sulco lacrimal marcado, o ácido hialurónico bem aplicado pode ajudar a suavizar a transição entre a pálpebra e a bochecha. A combinação de técnicas, incluindo bioestimulação, resurfacing e tecnologias de energia, permite tratar a região de forma segura, eficaz e sem necessidade de cirurgia. Por fim, abordagens como o “efeito Fox Eyes” ou lifting não cirúrgico do olhar combinam fios tensores, toxina botulínica e bioestimulação para criar um olhar mais aberto e rejuvenescido. Mas é importante reforçar: na maioria dos casos, os melhores resultados são alcançados com um plano individualizado e tratamentos combinados, ajustados ao grau de envelhecimento e às características da pele de cada paciente. Muitos dos seus casos mostram levantamentos faciais visíveis logo após o tratamento. Como conciliar esse efeito imediato com os resultados a longo prazo? Antes de mais, é fundamental conversar com o paciente. O médico deve investir tempo a explicar detalhadamente este conceito, as necessidades específicas e as diferenças entre os diversos tipos de efeitos. Não se trata de gastar tempo, mas sim de investir na compreensão do processo. Existem vários tratamentos que proporcionam um efeito de “tightening” imediato, resultado da tensão cutânea provocada durante o procedimento. Sim, esses efeitos são reais e visíveis. Por outro lado, há tratamentos cujo benefício principal, como a bioestimulação, requer tempo para se manifestar, uma vez que estimulam a regeneração celular e a produção gradual de colagénio. Assim, é comum combinarmos tratamentos, alternando fases com efeitos imediatos e outras em que o paciente observa a evolução progressiva e natural da pele. Também existem procedimentos injetáveis que proporcionam resultados quase imediatos, promovendo um efeito de “lifting” facial, bem como tecnologias avançadas que atuam em simultâneo, cada uma com o seu timing e finalidade. O importante é gerir as expectativas, mostrando que o verdadeiro valor reside na regeneração a médio e longo prazo, que garante resultados duradouros e naturais. Em que situações conjuga toxina botulínica, preenchimentos, laser e bioestimulação? Pode dar um exemplo concreto dessa combinação? A combinação de tratamentos é uma prática cada vez mais comum e eficaz na medicina estética, desde que seja bem planeada e adaptada às necessidades específicas de cada paciente. Não existe uma fórmula única, cada rosto tem uma história, uma anatomia e um ritmo próprio. A chave está na individualização. Por exemplo, é perfeitamente possível aplicar toxina botulínica no terço superior do rosto, na glabela, testa e região periocular, para suavizar linhas de expressão dinâmicas, e, na mesma consulta ou em momentos próximos, realizar preenchimentos com ácido hialurónico no terço médio ou inferior, como no sulco nasogeniano ou na linha da mandíbula. São áreas distintas, com mecanismos de ação diferentes, e por isso a combinação é segura e complementar. Além disso, tecnologias como o laser ou o HIFU (ultrassom microfocado) podem ser usadas em sessões separadas, focando a melhoria da qualidade da pele e o estímulo de colagénio, sem interferir com os neuromoduladores ou preenchedores. A bioestimulação, seja com produtos injetáveis como o ácido poliláctico ou através de tecnologias térmicas como a radiofrequência, entra como um reforço importante no plano de tratamento, sobretudo para quem procura resultados progressivos e naturais a médio e longo prazo. Um exemplo prático: uma paciente de 45 anos, com flacidez ligeira a moderada, linhas de expressão na testa e rugas finas perioculares. O plano pode incluir: Toxina botulínica no terço superior para relaxar a musculatura e suavizar as linhas dinâmicas; preenchimento com ácido hialurónico na região malar (maçãs do rosto) para restaurar volume e suporte; laser fracionado ou radiofrequência com microagulhamento na zona periocular para tratar rugas finas e melhorar a textura da pele e Bioestimulação com ácido poliláctico em áreas como as têmporas, mandíbula ou decote, para recuperar densidade dérmica e firmeza. Cada técnica tem o seu tempo ideal de aplicação e deve ser respeitado para garantir segurança e potenciar resultados. O planeamento é essencial, tal como a escuta ativa do paciente, ele próprio dá pistas sobre as suas prioridades e motivações. Com a pressão dos filtros e da perfeição nas redes sociais, como gere as expectativas dos pacientes para evitar exageros e manter a naturalidade? Vivemos numa era digital em que as imagens são muitas vezes manipuladas, os ângulos escolhidos a dedo e a realidade distorcida por filtros. Isso afeta significativamente a perceção de beleza e cria expectativas irreais nos pacientes. Como profissional, tento sempre educar e alinhar expectativas. Mostro fotografias reais, tiradas com o mesmo ângulo, iluminação neutra e sem qualquer filtro, porque a medicina estética deve caminhar no sentido da transparência e da naturalidade. Explico que o objetivo não é seguir tendências passageiras, mas sim valorizar os traços únicos de cada pessoa, respeitando a harmonia facial. Há alguns anos falava-se muito em “voluminização” e vimos, infelizmente, muitos rostos desfigurados, com resultados artificiais. Hoje, felizmente, o discurso está a mudar. A estética moderna aposta na subtileza, na regeneração, na melhoria da qualidade da pele e na reposição discreta de volume, não em exageros. O meu objetivo é que o paciente ouça: “Estás com ar descansado, radiante, saudável”, sem que os outros consigam identificar que tratamento foi feito. Para mim, esse é o verdadeiro sucesso de um procedimento estético: realçar, não transformar. O seu trabalho também envolve zonas como a papada, o pescoço e o corpo. Que tecnologias estão a liderar esta nova era de tratamentos não invasivos para o contorno corporal? Nos últimos anos, assistimos a uma evolução notável nas tecnologias não invasivas para redefinição do contorno facial e corporal. Regiões como a papada, o pescoço e o abdómen, que tradicionalmente exigiam abordagens cirúrgicas, passaram a ser tratadas com eficácia e segurança através de técnicas minimamente invasivas. Uma das tecnologias que mais se destaca nesta área é o HIFU (ultrassons focados de alta intensidade). Trata-se de uma técnica que atua nas camadas profundas da pele, promovendo redução de gordura localizada, retração tecidular e estimulação de colagénio, sem tempo de paragem. É especialmente eficaz em áreas como a papada, onde consegue resultados progressivos na definição do ângulo mandibular e na tonificação da região cervical. Além disso, a radiofrequência monopolar ou fracionada tem sido amplamente utilizada para promover o aquecimento controlado da pele e da gordura subcutânea, estimulando a firmeza e a compactação dos tecidos. Em casos selecionados, pode ser associada a técnicas como o laser subdérmico ou o Endolaser, que permitem trabalhar em profundidade e obter efeitos de lifting não cirúrgico. É importante sublinhar que não existe uma tecnologia única capaz de tratar todas as situações de forma ideal. Cada caso requer uma avaliação individualizada e, muitas vezes, a combinação de diferentes técnicas permite otimizar os resultados. A seleção adequada passa por conhecer as indicações, limitações e sinergias de cada tecnologia, e, claro, por alinhar expectativas com o paciente, explicando o que é realista alcançar com tratamentos não invasivos. Que tendências prevê para os próximos dois a três anos na medicina estética, especialmente no que diz respeito ao rejuvenescimento e remodelação facial com tecnologias minimamente invasivas? A medicina estética caminha para uma maior personalização? Sem dúvida, a medicina estética caminha a passos largos para a personalização total dos tratamentos. Já não falamos de protocolos rígidos, mas sim de planos ajustados às necessidades, à genética, ao estilo de vida e até ao ritmo biológico de cada pessoa. O conceito de “protocolo padrão” tende a desaparecer, porque cada rosto envelhece de forma única e o plano terapêutico tem de refletir isso. Nos próximos anos, prevê-se uma consolidação do uso de tecnologias que promovem bioestimulação e regeneração tecidular, com destaque para fontes de calor controladas, como a radiofrequência, os ultrassons microfocados (HIFU), os lasers fracionados e as plataformas multifuncionais combinadas (como o Exion ou o Morpheus8). Estas técnicas são cada vez mais valorizadas por permitirem resultados visíveis, progressivos e naturais, com mínima ou nenhuma interrupção da rotina diária. Outra grande tendência será o aumento do recurso a produtos bioestimuladores injetáveis, como o ácido poliláctico ou a hidroxiapatita de cálcio, que atuam não apenas na estética imediata, mas na qualidade estrutural da pele a longo prazo. Paralelamente, haverá um foco crescente na educação do paciente e na promoção de resultados naturais, a estética não deve transformar, mas realçar e preservar a identidade facial. A literacia em saúde estética será, por isso, uma aliada fundamental, tanto para os profissionais como para o público. Além da vertente estética, sente que há um impacto emocional e psicológico visível nos pacientes após estes procedimentos? Que tipo de feedback costuma receber? Sem dúvida. A transformação estética vai muito além da aparência. Em muitos casos, o que muda é a forma como a pessoa se vê e, consequentemente, como se posiciona no mundo. Tenho vários exemplos, mas há um caso em particular que me marcou: uma paciente que me procurou entre 2020 e 2021, numa fase bastante difícil da sua vida, com sinais de depressão e autoestima muito fragilizada. Tinha passado por experiências de vida muito duras e sentia-se envelhecida, “apagada”, como ela própria descrevia. Iniciámos um plano gradual de rejuvenescimento e remodelação facial, sempre com foco na naturalidade e na valorização da identidade dela. O processo foi profundamente transformador. Ao longo das sessões, não foi apenas o rosto que mudou, foi a postura, o brilho no olhar, a confiança. Hoje, ela diz que se sente finalmente ela mesma: uma mulher forte, empoderada e plena. Continua a acompanhar o nosso trabalho, tornou-se uma verdadeira embaixadora e está orgulhosa do percurso que fez. Este tipo de feedback é muito frequente. Os pacientes não falam apenas de “parecerem mais jovens”, mas de voltarem a sentir-se vivos, confiantes, bem consigo próprios. A estética, quando bem conduzida, pode ser terapêutica. Mas é fundamental que o paciente compreenda que o tratamento não termina na clínica, há um “trabalho de casa” essencial, que envolve cuidar de si diariamente, por dentro e por fora. Que rotinas diárias são essenciais para manter a saúde da pele? Independentemente do tipo ou idade da pele, há dois pilares inegociáveis no cuidado diário: hidratação e fotoproteção. São fundamentais para manter a integridade da barreira cutânea, prevenir o envelhecimento precoce e proteger contra os efeitos nocivos da radiação solar, mesmo em dias nublados ou dentro de casa, devido à exposição à luz azul dos ecrãs. Além disso, o uso de ativos como os ácidos retinóides (como o retinol ou o ácido retinóico), em concentrações e formulações ajustadas à pele de cada pessoa, pode melhorar significativamente a textura, estimular a renovação celular e potenciar a produção de colagénio. Os ácidos glicólicos e outros esfoliantes químicos suaves também ajudam a uniformizar o tom e promover uma pele mais luminosa. Mas para que os cuidados sejam eficazes, é fundamental promover literacia em saúde da pele. Na consulta, invisto sempre tempo a explicar, passo a passo, o que cada produto faz, por que motivo está indicado e como deve ser aplicado. Não basta prescrever, é preciso ensinar, envolver e dar autonomia ao paciente para cuidar de si. Instagram: @dr.navarromaestre Facebook: Jorge Luis Navarro Maestre “A dor é, muitas vezes, o último sinal de alerta. Antes dela, há indícios mais subtis que não devemos ignorar” “A Clibento nasceu da necessidade de acompanhar a saúde da mãe e do bebé desde os primeiros dias”
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