NUTRIÇÃO “Com a cirurgia metabólica passei de nutricionista a paciente e vivi na pele o peso dos estigmas da obesidade” By Revista Spot | Outubro 3, 2025 Outubro 3, 2025 Share Tweet Share Pin Email Filipa Costa conhece a obesidade nos dois lados do espelho: como nutricionista e como paciente. Viveu na pele aquilo que tantas vezes ouviu em consulta, o estigma, as limitações físicas, as tentativas falhadas, até aceitar que a cirurgia metabólica era, também para si, uma ferramenta terapêutica válida. Essa experiência transformou a sua prática, trouxe-lhe ainda mais empatia profissional e a intensidade de quem carregou o peso, literal e simbólico, da doença. Hoje, fala de obesidade sem filtros e lembra que a cirurgia não é atalho, mas ciência e saúde. A sua voz tornou-se essencial para quebrar estigmas e devolver dignidade a quem luta contra a doença. “A ciência diz-nos que a obesidade é uma doença crónica, progressiva e recidivante, mas na prática ainda é vista com preconceito. Imagine transportar todos os dias 40, 50 ou 60 quilos extra no corpo, como seria a sua energia, a sua mobilidade, a sua vontade de praticar exercício? A obesidade não é preguiça, é uma doença complexa, com raízes biológicas, emocionais e sociais”, destaca. De que forma a sua experiência pessoal, marcada pela vivência com obesidade, diabetes e, mais recentemente, pela realização de uma cirurgia metabólica, lhe confere uma perspetiva única sobre a nutrição e o acompanhamento dos seus pacientes? Inicialmente, trabalhava sobretudo com pessoas com obesidade, alguns já em contexto de cirurgia, mas maioritariamente em tratamento conservador. Curiosamente, a minha própria história começou pouco depois de terminar a licenciatura: cerca de um ano após concluir os estudos, comecei a ganhar peso de forma progressiva. Passei também por um problema de saúde que acabou por acelerar esse processo e, em apenas dois anos, aumentei cerca de 40 quilos. Sempre fui muito clara com os meus doentes: quando percebia que o tratamento conservador não estava a resultar, era a primeira a sugerir a cirurgia metabólica, porque sabia que era uma ferramenta válida e eficaz para tratar a obesidade, uma doença crónica, progressiva e recidivante. No entanto, quando se tratava de mim, a fasquia era diferente. Como nutricionista, sentia uma pressão acrescida, como se recorrer à cirurgia fosse um “fracasso” profissional. Sabia que não era verdade, mas demorou até aceitar que também eu tinha direito a essa opção. Só quando cheguei ao limite, quando a obesidade começou a comprometer seriamente a minha qualidade de vida, é que avancei para a cirurgia. Candidatei-me pelo Serviço Nacional de Saúde, onde os tempos de espera são longos, mas acabei por ter sorte e fui surpreendida com o processo cirúrgico através de um grupo especializado em obesidade, liderado pelo Prof. Dr. Gil Faria (Grupo Trofa Saúde). Essa experiência mudou a minha prática profissional. Sempre tive empatia pelos meus pacientes, porque desde cedo percebi que a obesidade não é falta de força de vontade, mas sim uma condição complexa, multifatorial e que exige compreensão. Porém, depois de viver tudo na pele, o estigma, as limitações físicas, as tentativas falhadas, passei a ter uma empatia ainda mais profunda. Não digo que só quem vive a doença consegue compreender, porque há excelentes profissionais que nunca passaram por isso e mesmo assim acompanham os doentes de forma extraordinária. Mas no meu caso, a experiência pessoal acrescentou uma camada extra de sensibilidade: sei o que é tentar e não conseguir, e isso tornou-me uma profissional diferente. Ainda persiste a ideia de que a cirurgia metabólica é “batota” ou “um atalho fácil”. Como responde a este estigma, enquanto nutricionista e também enquanto paciente? Infelizmente, esse estigma continua a ser uma realidade. A sociedade ainda olha para a obesidade como preguiça ou falta de disciplina, e vê a cirurgia como um “atalho”. Tento combater essa visão diariamente, seja nas redes sociais, seja nas consultas, porque é um preconceito que pode ter consequências sérias. Dou um exemplo: uma das minhas doentes, que sofria de compulsão alimentar, conseguiu finalmente trabalhar connosco a sua relação com a comida e programou uma refeição livre, planeada, num processo consciente. Ao entrar numa gelataria, ouviu alguém atrás comentar: “depois queixa-se que está gorda”. Essa frase, aparentemente inofensiva, foi suficiente para desencadear uma recaída na compulsão. É este o peso dos julgamentos. Vejo o mesmo quando alguém comenta depreciativamente sobre uma pessoa com excesso de peso que está a correr ou a caminhar, sem saber que, muitas vezes, já perdeu 10 ou 15 quilos e está a lutar por cada conquista. Este estigma não existe apenas na sociedade em geral; existe também entre profissionais de saúde, o que é ainda mais grave. Muitos doentes contam-me que, quando procuram ajuda, ouvem apenas: “tem de comer menos e mexer-se mais”. Isto não só banaliza uma doença complexa, como afasta os doentes do acompanhamento médico, atrasando diagnósticos e tratamentos, tanto da obesidade como de outras patologias associadas, como diabetes, hipertensão ou apneia do sono. A cirurgia metabólica não é batota. É uma ferramenta terapêutica eficaz, comprovada cientificamente, que melhora drasticamente a saúde metabólica e aumenta a esperança e qualidade de vida. O verdadeiro erro é continuar a julgar e a estigmatizar, em vez de apoiar. A cirurgia metabólica não é para todos e obedece a critérios clínicos rigorosos. Quais são hoje os principais fatores que justificam a sua indicação? Atualmente seguimos as orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS), que indicam a cirurgia metabólica para pessoas com um índice de massa corporal (IMC) igual ou superior a 40 kg/m², o que corresponde a obesidade grau III, ou obesidade mórbida. Também pode ser indicada para doentes com IMC ≥ 35 kg/m² quando existem comorbilidades associadas, como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, apneia do sono ou dislipidemia. Estas doenças, quando relacionadas com a obesidade, têm uma melhoria significativa após a perda de peso cirúrgica. Importa referir que, a nível internacional, algumas sociedades científicas já defendem o alargamento das indicações, propondo a cirurgia em pessoas com IMC mais precoce. Ou seja, a tendência é para que a cirurgia deixe de ser vista apenas como um “último recurso” e passe a ser encarada como uma opção terapêutica válida e precoce para prevenir complicações mais graves. A ciência tem demonstrado alterações profundas na microbiota intestinal após a cirurgia. Até que ponto estas mudanças ajudam a explicar a melhoria do metabolismo, do controlo glicémico e até da regulação emocional? O intestino é frequentemente chamado de “segundo cérebro”, tal é a sua complexidade e a influência que exerce sobre todo o organismo. A cirurgia metabólica provoca alterações significativas e duradouras na microbiota intestinal, que ajudam a explicar muitos dos benefícios clínicos observados. Estas mudanças passam, por exemplo, pela modulação dos ácidos biliares e pela produção de metabolitos como o acetato, o propionato e o butirato, ácidos gordos de cadeia curta produzidos pelas bactérias intestinais. Estes compostos melhoram a sensibilidade à insulina, reduzem a inflamação sistémica e favorecem a produção de incretinas, como o GLP-1, que desempenham um papel central no controlo da glicemia e na regulação do apetite. Em relação ao impacto emocional, a investigação ainda é limitada, mas sabemos que grande parte da serotonina, neurotransmissor associado ao bem-estar e à regulação do humor, é produzida no intestino. Ao promover um maior equilíbrio da microbiota, a cirurgia poderá contribuir para uma menor vulnerabilidade à ansiedade e depressão, ajudando os doentes a manter uma relação mais estável com a alimentação a longo prazo. Porque é que o acompanhamento nutricional antes e depois da cirurgia é tão determinante para o sucesso a longo prazo? O que pode realmente fazer a diferença entre manter resultados ou voltar a perder o controlo? O acompanhamento nutricional é absolutamente decisivo, antes e depois da cirurgia. Na fase pré-operatória, permite avaliar aspetos fundamentais: se o doente apresenta fome emocional ou compulsão alimentar, quais são os seus hábitos e rotinas, que tipo de trabalho desempenha, e até o risco de desenvolver sarcopenia (perda de massa muscular) durante a perda de peso. Além disso, através das análises clínicas podemos identificar carências nutricionais que, mesmo dentro dos valores de “normalidade” laboratorial, podem não ser ideais para quem vai ser submetido a uma cirurgia metabólica. Corrigir essas deficiências previamente é essencial para reduzir riscos no pós-operatório. Outro ponto importante é a preparação mental e prática: a cirurgia não é uma solução mágica. Exige adaptação a novas porções, texturas e rotinas alimentares. Há também estratégias nutricionais específicas, como dietas pré-cirúrgicas dirigidas à redução da gordura visceral, que diminuem complicações e facilitam a técnica cirúrgica. Já no pós-operatório, o acompanhamento é indispensável para orientar a progressão da dieta (líquida, mole e sólida), garantir a ingestão adequada de proteína, prevenir carências e preservar massa muscular. Esta preservação é crucial: quanto maior a massa magra mantida, menor o risco de reganho de peso a longo prazo. Os estudos mostram que os doentes que abandonam o seguimento nutricional são os que têm maior probabilidade de recuperar o peso perdido. O número na balança pode até parecer estável, mas a composição corporal pode mudar de forma negativa, mais gordura, menos músculo. E essa literacia corporal ainda é algo pouco presente nos doentes, pelo que o acompanhamento contínuo é a chave do sucesso. A perda de peso rápida pode trazer efeitos colaterais como a queda de cabelo ou a flacidez cutânea. Que estratégias nutricionais e multidisciplinares recomenda para minimizar estas situações? Estes efeitos colaterais são frequentes e exigem uma abordagem integrada. Do ponto de vista nutricional, a prioridade é assegurar uma ingestão adequada de proteína, que protege a massa muscular e ajuda a manter a pele e os anexos cutâneos (cabelo, unhas) mais saudáveis. É igualmente essencial vigiar e corrigir carências nutricionais, recorrendo a suplementação sempre que necessário. No caso da queda de cabelo, existem suplementos específicos que podem ajudar, desde que não haja deficiências graves. Se o problema persistir, deve haver encaminhamento para um dermatologista, idealmente com experiência em doentes que realizaram cirurgia metabólica, para garantir uma intervenção precoce. Já a flacidez cutânea depende muito da quantidade de peso perdido e da idade do doente. O treino de força é fundamental, porque quanto maior for a massa muscular construída, melhor se atenua o impacto da pele em excesso. Contudo, há casos em que o exercício e a nutrição não são suficientes, sendo necessários tratamentos estéticos, acompanhamento dermatológico ou mesmo cirurgia plástica para remoção do excesso cutâneo. Por isso, é essencial lembrar: a cirurgia metabólica é uma etapa fundamental. Mas o sucesso final também depende de uma abordagem multidisciplinar: nutrição, exercício, psicologia, psiquiatria dermatologia e, quando indicado, cirurgia plástica. Só assim é possível alcançar resultados duradouros e melhorar não apenas a saúde, mas também a autoestima e a qualidade de vida. Para quem deseja engravidar depois de uma cirurgia metabólica, quais os principais cuidados a ter e qual o tempo de espera recomendado? A recomendação geral é que a gravidez seja planeada entre 12 a 18 meses após a cirurgia. Este período permite que o organismo estabilize em termos de perda de peso, absorção de nutrientes e adaptação alimentar. No caso de técnicas mais complexas, como o bypass gástrico, ou em doentes com carências nutricionais de difícil correção, o ideal pode ser esperar até 24 meses. Deve ser sempre feita uma avaliação prévia em consulta de nutrição e com a equipa médica (cirurgião, ginecologista e médico de família). É necessário confirmar se a ingestão calórica e proteica é suficiente para sustentar uma gravidez saudável e se não existem défices nutricionais. Caso sejam detetadas carências, recomenda-se pelo menos três meses de suplementação adequada antes da conceção. Durante a gravidez, os cuidados devem ser redobrados: vigilância nutricional, controlo do peso e acompanhamento multidisciplinar para assegurar que, apesar da restrição alimentar, há nutrientes suficientes para o crescimento fetal. É importante lembrar que os bebés de mães submetidas a cirurgia metabólica têm risco acrescido de restrição de crescimento intrauterino, o que exige uma monitorização próxima. Assim, engravidar após a cirurgia metabólica é possível e seguro, desde que planeado, acompanhado e monitorizado de forma rigorosa. Que mudanças psicológicas e emocionais observa com mais frequência em quem passa por este processo, tanto positivas como desafios inesperados? A cirurgia metabólica é muito mais do que uma intervenção física, é um verdadeiro turbilhão emocional. Num primeiro momento, muitos doentes vivem sentimentos ambivalentes: sabem que precisam de ajuda, mas trazem consigo anos de estigma e julgamento social, o que gera ansiedade e até culpa. O papel da equipa médica, neste ponto, é essencial para desmistificar a obesidade enquanto doença crónica e quebrar essa barreira psicológica. À medida que a cirurgia se aproxima, a ansiedade tende a aumentar: dúvidas sobre se será a decisão certa, medo do risco cirúrgico, insegurança em relação às mudanças futuras. Curiosamente, quando a cirurgia é proposta para tratar outras doenças, os doentes aceitam-na sem grande resistência; quando se trata da obesidade, o estigma pesa e muitas vezes adia-se o tratamento. Depois da cirurgia, as transformações emocionais são marcantes. Muitos doentes relatam recuperação da autoestima, melhoria da qualidade de vida e sensação de “renascimento”. Contudo, nem tudo é linear, há alterações na imagem corporal que podem gerar desconforto. Alguns não se reconhecem no corpo mais magro ou sentem que perderam a identidade associada ao excesso de peso. Este fenómeno de distorção da imagem corporal pode surgir tanto em quem já foi magro como em quem sempre viveu com obesidade. Por isso, o acompanhamento psicológico ou psiquiátrico é fundamental. Ele ajuda a lidar com a ansiedade, a relação com a comida, a nova imagem corporal e até a redefinir o papel social e emocional que o peso tinha na vida da pessoa. A cirurgia é uma ferramenta poderosa, mas o equilíbrio emocional é o que garante que a transformação seja, de facto, sustentável e libertadora. O receio de recuperar peso a médio ou longo prazo é comum. Que fatores mais contribuem para isso e como pode ser evitado? Esse receio é legítimo, porque a obesidade é uma doença crónica, progressiva e recidivante. A cirurgia metabólica não é uma “cura”, mas sim um tratamento eficaz que ajuda a controlar a doença. Existe um fenómeno chamado adaptação metabólica, através do qual o organismo, após uma perda significativa de peso, ativa mecanismos de defesa: aumenta hormonas que estimulam o apetite, reduz as hormonas que promovem saciedade e faz tudo para recuperar energia, como se estivesse em “modo alarme”. Para além deste mecanismo biológico, há fatores genéticos, epigenéticos, comportamentais e emocionais. Basta um acontecimento de vida marcante, um luto, um divórcio, uma mudança profissional, para servir de gatilho a recaídas no comportamento alimentar. O seguimento com nutricionista, psicólogo, psiquiatra, especializados nesta área, ajuda a preparar o doente para lidar com estes gatilhos e reduzir o risco de recaída. Estudos mostram que quem abandona o acompanhamento tem maior probabilidade de recuperar peso. Não é falta de força de vontade; é a natureza complexa da doença. Que avanços científicos e clínicos acredita que irão transformar o futuro da cirurgia metabólica e do acompanhamento nutricional nos próximos anos? O futuro aponta claramente para a medicina de precisão. O estudo da genética e da epigenética permitirá identificar perfis de risco, prever respostas a diferentes abordagens alimentares e até personalizar estratégias de tratamento. Ainda não temos dados suficientes para aplicar estas recomendações de forma universal, mas o caminho é promissor. Outro campo fascinante é o da microbiota intestinal e do eixo intestino-cérebro. A investigação nesta área tem mostrado impacto na regulação do metabolismo, do apetite e até do humor. A possibilidade de prescrição personalizada de pré e probióticos poderá vir a ser uma arma terapêutica importante no futuro. A tecnologia também terá um papel central: desde a inteligência artificial e análise de Big Data, que poderão criar modelos de decisão mais precisos no acompanhamento dos doentes, até avanços cirúrgicos na área da robótica, que já estão a transformar a prática médica. Por fim, acredito que iremos evoluir para métodos mais sofisticados de deteção precoce de carências nutricionais, permitindo suplementação verdadeiramente personalizada e não apenas baseada em multivitamínicos standard. Para quem já passou pela cirurgia ou se identifica com o que foi dito, que conselho deixaria? Antes de mais, não tenham vergonha de pedir ajuda. A obesidade é uma doença, não um fracasso pessoal. Muitos doentes sentem que ao recuperar algum peso estão a “falhar”, quando, na verdade, isso faz parte da natureza recidivante da doença. Felizmente, dispomos de várias ferramentas terapêuticas, como o acompanhamento nutricional e psicológico, tratamento cirúrgico e, mais recentemente, opções farmacológicas. Cada caso é único, e é importante perceber qual a melhor estratégia para cada doente em cada fase da vida. O primeiro passo pode ser uma consulta de nutrição, psicologia ou diretamente com o médico cirurgião. E à sociedade, que ainda carrega tantos estigmas em relação à obesidade, o que gostaria de dizer? Diria para tentarmos colocar-nos no lugar do outro. Imagine transportar todos os dias 40, 50 ou 60 quilos extra no corpo, como seria a sua energia, a sua mobilidade, a sua vontade de praticar exercício? A obesidade não é preguiça, é uma doença complexa, com raízes biológicas, emocionais e sociais. Tal como não julgamos uma criança com diabetes tipo 1 que usa um sensor de medição de glicose, ou um doente oncológico que perdeu o cabelo, também não devemos julgar alguém com obesidade. A educação tem de começar cedo, nas escolas, porque cada vez mais vemos crianças com obesidade, sujeitas a bullying e exclusão, o que agrava ainda mais a sua condição. A mudança social começa na literacia: reconhecer a obesidade como doença, combater o estigma e oferecer apoio em vez de julgamento. Só assim podemos criar condições para que mais pessoas procurem ajuda sem medo nem vergonha. Facebook: Filipa Costa – Nutricionista Instagram: @filipacosta_nutricionista Site: filipacostanutricionista.com “A integração entre medicina estética e medicina integrativa mostra-nos que o healthy aging é o novo anti-aging” Prova Quinta de Cederma no premiado Recesso das Garrafas. “A arquitetura e o vinho falam a mesma língua, ambos pedem tempo, detalhe e emoção”
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