Cirurgia “As doenças colorretais continuam a ser vividas em silêncio. Mais do que operar, cabe ao cirurgião ouvir, esclarecer e devolver confiança ao doente” By Revista Spot | Novembro 10, 2025 Novembro 10, 2025 Share Tweet Share Pin Email A Cirurgia Geral está a mudar e André Goulart é um dos nomes que melhor traduzem essa evolução. Especialista em patologia colorretal e proctologia, integra uma nova geração de cirurgiões que alia precisão técnica, tecnologia minimamente invasiva e uma comunicação empática, centrada no doente. Defende que o primeiro passo da cirurgia começa fora do bloco operatório: na escuta e na explicação clara. Num contexto em que doenças como hemorroidas, fissuras ou quistos pilonidais continuam envoltas em vergonha e desinformação, André Goulart tem procurado desmistificar conceitos e promover literacia em saúde, alertando para a importância do diagnóstico precoce e da prevenção. Com milhares de cirurgias realizadas e uma prática que privilegia o diálogo, representa uma medicina atual, onde o gesto técnico é inseparável do cuidado humano. O seu caminho na Cirurgia Geral une rigor técnico e uma filosofia de proximidade com o doente. Que momentos marcaram a sua visão sobre o que significa, hoje, ser cirurgião: mais do que operar, cuidar? Enquanto aluno, interno e até já como especialista, tive muitas oportunidades de observar como não se deve comunicar com os doentes. Isso marcou a minha prática. Para mim, um cirurgião que não sabe comunicar arrisca-se a ser apenas um operador. O verdadeiro cirurgião é aquele que une o rigor técnico à capacidade de dialogar, de explicar, de tranquilizar e de cuidar. A cirurgia é importante, mas tudo começa muito antes da sala operatória. Na realidade, a maioria dos doentes não quer ser operada e isso é algo que nunca devemos esquecer. É fundamental compreender os medos, as dúvidas e as expectativas de quem nos procura. Durante muito tempo a ideia do cirurgião estava associada a uma figura quase autoritária, que dizia o que tinha de ser feito e esperava que o doente aceitasse sem questionar. Hoje isso já não faz sentido. A medicina evoluiu e também a relação médico-doente: temos de criar espaço para escutar e decidir em conjunto. Outra coisa importante é perceber que ser simpático não é o mesmo que ser empático. A simpatia pode aliviar momentaneamente a tensão, mas só a empatia permite que a pessoa se sinta verdadeiramente acolhida, confiante e disponível para aceitar que alguém que conheceu há poucos minutos vá intervir no seu corpo. Esse vínculo de confiança é decisivo. As doenças colorretais e anais continuam envoltas em constrangimento e desinformação. Porque é que ainda há tanto tabu em falar sobre hemorroidas, fissuras, fístulas ou quistos pilonidais? O ânus e as doenças associadas continuam a ser um grande tabu. Ninguém hesita em comentar, até numa conversa de família, que foi ao cardiologista, ao urologista ou ao ginecologista. Mas quantos de nós diriam, com a mesma naturalidade, que tiveram de procurar um médico por causa de hemorroidas ou de uma fissura? Desde a infância somos desencorajados a falar do ânus: rimo-nos sempre que o tema surge e acabamos por crescer a associar a função evacuatória a algo constrangedor. Na idade adulta, isso traduz-se em vergonha. Muitas pessoas convivem em silêncio com dor, sangramento ou desconforto durante meses ou anos, e só procuram ajuda quando a situação se torna insuportável. Esse silêncio alimenta mitos, ideias erradas sobre as cirurgias, sobre a dor da recuperação, que afastam ainda mais os doentes de procurarem tratamento. É preciso mudar este paradigma: o ânus é uma parte do corpo como o coração ou os olhos, e merece ser cuidado com a mesma naturalidade. Precisamos de falar mais sobre as doenças proctológicas para que as pessoas procurem ajuda mais cedo, quando muitas vezes a solução é simples e rápida. Na primeira consulta, a comunicação faz toda a diferença. É essencial explicar ao doente que não está sozinho, que não precisa de ter vergonha e que, muitas vezes, a observação é mínima e não envolve sequer o toque retal. Criar este espaço de confiança é o primeiro passo para quebrar o tabu e devolver qualidade de vida. Pouca gente sabe que o ânus é uma estrutura altamente sensível e funcional, com esfíncteres e vasos que garantem a continência e a proteção do corpo. O que gostaria que todos soubessem sobre esta zona do corpo e a sua importância? Costumo dizer que o ânus é talvez o órgão mais “social” que temos. É ele que nos permite segurar gases e fezes e libertá-los apenas quando é socialmente adequado, normalmente no WC. Já imaginou o que seria não conseguir controlar esse mecanismo? Seria impossível ter uma vida social plena. O ânus é, na verdade, uma estrutura complexa, formada por músculos, fáscias, vasos e nervos, todos a trabalhar em coordenação. A sua função pode parecer “simples”, mas é extremamente sofisticada e vital para a nossa qualidade de vida. Só quando surge um problema, dor, incontinência, fissuras, hemorroidas, é que percebemos a sua verdadeira importância. Não é por acaso que, quando alguém recebe o diagnóstico de cancro colorretal, um dos maiores receios é ficar com uma colostomia e perder a função do ânus. Basta pensar no quanto isso mudaria o dia a dia para percebermos a relevância deste órgão. O ânus merece respeito e cuidado, e falar sobre ele é também um ato de literacia em saúde. As hemorroidas têm uma função natural e essencial, mas quando inflamam causam dor e desconforto. Que fatores mais contribuem para o seu aparecimento e que mudanças de estilo de vida podem ajudar na prevenção? Todos nós temos hemorroidas desde que nascemos. São estruturas vasculares que se organizam em três pedículos principais e que fazem parte da anatomia normal. Só ao longo da vida, em determinadas circunstâncias, é que podem dar origem à chamada doença hemorroidária. As hemorroidas têm funções muito importantes e pouco valorizadas: ajudam a selar o ânus em conjunto com os esfíncteres, garantindo a continência, e a sua superfície, rica em recetores nervosos, envia informação ao cérebro sobre se o que está pronto a sair são fezes, gases ou líquidos. Vários fatores contribuem para a doença hemorroidária: obstipação crónica, sedentarismo, dietas pobres em fibras, longos períodos sentados na sanita (hoje em dia muitas vezes por causa do telemóvel ou do tablet), além da gravidez, que dificulta o retorno venoso. Nessas situações, as hemorroidas acabam por se deslocar da sua posição normal, inflamar e exteriorizar-se, causando hemorragia ou desconforto. A prevenção passa por medidas simples: uma dieta equilibrada e rica em fibras, beber água em quantidade adequada, exercício físico regular, manutenção de um peso saudável e evitar passar demasiado tempo na casa de banho, deixar o telemóvel de fora já seria um bom começo. Procurar ajuda médica cedo não impede sempre o aparecimento, mas evita a progressão para formas mais avançadas e permite tratamentos mais simples. “O primeiro passo da cirurgia começa fora do bloco operatório: na escuta e na explicação clara” A dor, a hemorragia ou o desconforto anal são sintomas que muitas pessoas escondem por vergonha. Quais são os sinais de alerta que devem motivar uma consulta e o que é possível fazer para evitar complicações? É verdade que, em situações de fezes mais duras, quase todos já sentimos dor ao evacuar e vimos pequenas manchas de sangue no papel higiénico. Isso pode acontecer porque o ânus é uma zona muito sensível e ricamente irrigada, e um episódio isolado não costuma ser preocupante. O que já não é “normal” é ter dor intensa em quase todas as dejeções, ou perdas de sangue ou de pus de forma persistente. Nestes casos, deve sempre procurar ajuda médica. Existem alguns sinais de alerta que não devem ser ignorados: hemorragia intensa ou frequente, que pode indicar doença hemorroidária; dor forte ao evacuar ou logo a seguir, sugestiva de fissura anal; abaulamento ou inchaço doloroso, que pode corresponder a um abcesso ou a uma hemorroida trombosada; ou ainda drenagem de líquido persistente junto ao ânus, que muitas vezes traduz uma fístula anal. Nestas situações, quanto mais cedo for feito o diagnóstico, mais simples é o tratamento e menor o risco de complicações. Procurar ajuda atempadamente evita sofrimento desnecessário e permite recuperar mais rápido a qualidade de vida. O quisto pilonidal é uma patologia frequente e incapacitante, sobretudo em jovens adultos, mas sobre a qual pouco se fala. Que novidades existem na abordagem cirúrgica e na prevenção da recidiva? O quisto pilonidal é uma patologia relativamente comum, sobretudo entre os 15 e os 30 anos, e afeta principalmente homens com muitos pelos. Na origem do problema estão precisamente os pelos que, ao soltarem-se, penetram na pele e desencadeiam a formação do quisto. Apesar de frequente, continua a ser uma doença sobre a qual pouco se fala, muitas vezes por vergonha ou desconhecimento. As técnicas cirúrgicas clássicas eram bastante agressivas: implicavam remover uma área extensa de pele, que depois cicatrizava lentamente, por vezes durante meses, exigindo cuidados de penso diários, ou era fechada com suturas ou retalhos, obrigando a semanas de quase imobilização para evitar complicações. Hoje, felizmente, temos opções menos invasivas. Existem técnicas que preservam mais pele e permitem remover o quisto através de pequenos orifícios, muitas vezes com recurso a laser. A grande vantagem é a recuperação: a maioria dos doentes não precisa de cuidados de penso complexos, apenas lavar a zona no duche duas vezes por dia, e pode regressar à escola ou a trabalhos mais leves apenas dois ou três dias após o procedimento. Quanto ao risco de recidiva, sabemos que ele existe com qualquer técnica. No entanto, medidas como a depilação definitiva a laser mostraram reduzir significativamente a probabilidade de novos episódios, sendo uma estratégia preventiva que hoje recomendamos de forma consistente. A laparoscopia e outras técnicas minimamente invasivas revolucionaram a Cirurgia Geral. Que avanços concretos têm melhorado a vida dos doentes e que papel têm hoje no tratamento das patologias colorretais e abdominais? A laparoscopia não é uma cirurgia “diferente” da clássica no que diz respeito ao objetivo. Se pensarmos numa colecistectomia, por exemplo, em ambos os casos a cirurgia consiste na remoção da vesícula. A grande diferença está no acesso: na abordagem clássica fazia-se uma incisão única de 15 a 20 cm, cortando parte significativa da musculatura abdominal; já na laparoscopia utilizamos quatro pequenas incisões, de 5 a 11 mm, por onde introduzimos a câmara e os instrumentos. Essa mudança de acesso traduz-se em vantagens muito claras para o doente: menos dor no pós-operatório, cicatrizes mais discretas, recuperação mais rápida e menor risco de complicações como infeções ou hérnias da cicatriz. Além disso, permite internamentos mais curtos e um regresso mais rápido à vida profissional, familiar e social. Também o impacto estético é relevante, especialmente em doentes mais jovens. Hoje a laparoscopia é o padrão em muitas cirurgias abdominais, incluindo grande parte das intervenções colorretais, e também nas cirurgias da parede abdominal, como o tratamento das hérnias. Nos últimos anos assistimos ainda ao desenvolvimento de técnicas avançadas, como a cirurgia robótica ou a single-port (através de uma única incisão), que reforçam esta lógica de abordagens cada vez menos invasivas. O que mudou, em suma, não foi apenas a forma de operar, mas a experiência global do doente: cirurgias mais seguras, com menos complicações e com uma recuperação que interfere cada vez menos com o seu quotidiano. “Hoje temos cirurgias mais seguras, com menos complicações e com uma recuperação que interfere cada vez menos com o quotidiano do paciente” Fala-se cada vez mais em “cirurgia de recuperação rápida”. Que fatores, técnicos, humanos e organizacionais, são determinantes para que um doente recupere melhor e com menos dor? Quando falamos em “recuperação rápida” pensamos logo na técnica cirúrgica, mas para mim o ponto de partida é outro: a comunicação. Um doente informado sobre o que vai acontecer, quais os resultados esperados e como será o pós-operatório está muito mais preparado e confiante. Essa preparação começa ainda na consulta, antes da cirurgia, e faz toda a diferença no processo de recuperação. É claro que as abordagens minimamente invasivas, como a laparoscopia nas cirurgias abdominais ou o laser em algumas cirurgias proctológicas e do quisto pilonidal, contribuem para menos dor, cicatrizes menores e uma recuperação mais rápida. Mas isso é apenas uma parte da equação. Também o trabalho em equipa é fundamental. Não falamos apenas do cirurgião, mas de todos os intervenientes hospitalares: a anestesia, os cuidados de enfermagem no pós-operatório, o apoio administrativo que facilita marcações e seguimento, e todo o circuito de acompanhamento que dá segurança ao doente. Só com esta engrenagem bem oleada é possível garantir uma recuperação mais rápida e tranquila. Por fim, considero essencial que exista uma linha de comunicação direta com o cirurgião. Quando o doente sabe que pode esclarecer uma dúvida ou uma preocupação de forma rápida, a ansiedade diminui e a recuperação acelera. A inovação não é só tecnológica: é também humana e organizacional, e isso reflete-se diretamente no bem-estar do doente. Muitos doentes convivem anos com hemorroidas ou fissuras por medo da cirurgia. Que tratamentos e abordagens existem atualmente e como é que a medicina moderna mudou o prognóstico destas patologias? Durante muitos anos, a ideia que se tinha era que o tratamento das hemorroidas passava sempre por uma cirurgia dolorosa e com uma recuperação prolongada. Hoje sabemos que não é assim. Existem várias técnicas diferentes, escolhidas de acordo com a sintomatologia de cada doente, e que permitem tratar a doença de forma muito mais confortável. Para além da remoção clássica, temos hoje procedimentos que permitem “secar” as hemorroidas, como o laser, reduzindo sobretudo as perdas de sangue e com menos dor. Noutras situações, podemos reintroduzir as hemorroidas no canal anal, preservando a anatomia e melhorando os sintomas sem necessidade de grandes incisões. Também nas fissuras anais houve uma grande evolução: atualmente dispomos de pomadas que conseguem cicatrizar cerca de metade dos casos. Quando isso não acontece, existem técnicas cirúrgicas simples, com recuperação quase imediata e praticamente indolor, que devolvem qualidade de vida de forma rápida. É importante lembrar, no entanto, que nenhuma cirurgia garante que a doença não volte a aparecer. Manter hábitos saudáveis, com uma alimentação equilibrada, hidratação adequada e evitar estar muito tempo sentado na casa de banho, continua a ser essencial para prevenir novas crises. As doenças da região anal são vividas com vergonha e isolamento, e isso tem um impacto psicológico significativo. Como é que o cirurgião pode ajudar o doente a ultrapassar o medo e a recuperar também a confiança? O peso emocional das doenças proctológicas é muitas vezes maior do que se imagina. Vivem-se com vergonha e em silêncio, e isso conduz ao isolamento e a um sofrimento que vai muito além do físico. Por isso, volto sempre ao mesmo ponto: a comunicação. O doente precisa de ouvir que ter uma doença proctológica não é motivo de vergonha, ninguém escolhe ter hemorroidas, fissuras ou fístulas. Falar sobre os sintomas com um médico é fundamental e, quanto mais cedo o fizer, mais rapidamente recupera qualidade de vida. Muitas vezes, só o facto de o doente estar sentado à frente do médico já é uma vitória. Para expor problemas tão íntimos, num tema considerado “tabu”, foi preciso muita coragem. É importante reconhecer esse esforço e criar um ambiente em que a pessoa se sinta respeitada e nunca julgada. O papel do cirurgião passa por ouvir com atenção, perceber os medos e receios, mesmo aqueles que parecem pouco realistas, e ajudar a desconstruí-los. Nenhum receio deve ser alvo de desvalorização. O doente precisa de se sentir acolhido, compreendido e informado. Cabe-nos explicar de forma clara como o problema pode ser resolvido, quais os passos do tratamento e o que esperar no pós-operatório. Só assim, com informação realista e empatia genuína, é possível ultrapassar o medo, recuperar a confiança e restituir a qualidade de vida. Num tempo de “doutor Google” e redes sociais, o que é essencial para distinguir a boa informação médica das falsas promessas? Que papel têm os profissionais de saúde na educação do público? Hoje em dia é natural que todos nós recorramos ao Google ou até ao ChatGPT para procurar informação sobre temas que desconhecemos. Os doentes fazem o mesmo, sobretudo quando se trata de assuntos delicados como as doenças proctológicas, muitas vezes é mais fácil perguntar a um motor de busca do que a um médico. Por isso, é importante que, na consulta, percebamos o que o doente já leu, que ideias formou e até o que já tentou fazer para resolver o problema. Na área da proctologia há muitas promessas de soluções milagrosas, pomadas ou chás que supostamente “fazem cair” as hemorroidas ou “curam” fissuras. Cabe-nos a nós, profissionais de saúde, desmistificar estas falsas promessas e explicar com clareza o que realmente o doente tem, quais são as opções terapêuticas seguras e quais os resultados esperados. Muitas vezes, os tratamentos eficazes podem parecer mais exigentes do que a promessa fácil de uma pomada milagrosa. Mas é a informação verdadeira que devolve confiança e permite tomar decisões conscientes. O nosso papel é descomplicar e educar: ajudar os doentes a distinguir mitos de realidade e encorajar a falar sobre estes temas sem vergonha. Quanto mais falarmos de doenças colorretais e do ânus, em consultas, mas também em órgãos de comunicação e redes sociais, maior será o poder de literacia em saúde que passamos à população. “Ninguém deve sofrer em silêncio. As doenças colorretais e proctológicas são muito comuns e a maioria tem solução” Com milhares de cirurgias realizadas, o que é que continua a motivá-lo todos os dias? Que mensagem gostaria de deixar a quem, por medo ou preconceito, adia cuidar da sua saúde? No início da minha carreira, o que mais me fascinava era a cirurgia em si, estar no bloco operatório, corrigir com as minhas próprias mãos os problemas que traziam sofrimento às pessoas. Esse lado técnico ainda hoje me motiva profundamente. Mas com o tempo percebi que ser cirurgião não é apenas operar. É acolher o doente desde a primeira consulta, é ouvir as suas angústias, é acompanhar o pós-operatório e garantir que a recuperação acontece de forma segura e confiante. Raramente um doente precisa “apenas” de uma cirurgia; o que precisa é de ser compreendido, esclarecido e tratado como um todo. É essa dedicação que me move: colocar a experiência de milhares de cirurgias ao serviço das pessoas, usando também as inovações que a ciência nos dá para tornar os tratamentos cada vez mais eficazes e humanizados. A mensagem que gostaria de deixar é simples: ninguém deve sofrer em silêncio. As doenças colorretais e proctológicas são muito comuns e a maioria tem solução. Hoje temos técnicas menos invasivas, recuperações mais rápidas e resultados muito positivos. O primeiro passo é vencer a vergonha e falar com o médico. Partilhar medos e dúvidas não é sinal de fraqueza, é o caminho para recuperar qualidade de vida. Quanto mais cedo se procura ajuda, mais fácil é a solução. Facebook: André Goulart – Cirurgia Geral Instagram: @dr.andre.goulart Site: andregoulart.pt Arte Total volta a dançar no espaço original de Souto de Moura recém-renovado em Braga “Num tempo em que todos correm, parar pode ser o gesto mais revolucionário”
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